Polícia inocenta um dos adolescentes que teve foto divulgada como suspeito no caso Orelha
Investigação aponta que jovem não estava no local do crime e família apresentou provas de inocência; outros três menores seguem sob investigação
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A Polícia Civil de Santa Catarina descartou a participação de um dos adolescentes suspeitos de envolvimento na tortura e morte do cão comunitário Orelha, crime ocorrido na Praia Brava. Após análise técnica, a corporação afirmou que o jovem não aparece nas imagens registradas no local e a família apresentou provas de que ele não estava na região no momento do ocorrido. Com isso, o adolescente deixou de ser tratado como suspeito e passou a ser considerado testemunha no processo.
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O caso, que gerou manifestações em todo o Brasil, continua sendo investigado pela Delegacia de Proteção Animal e pela Delegacia Especializada no Atendimento a Adolescentes em Conflito com a Lei (Deacle). O foco atual das autoridades é a individualização das condutas de outros três menores de idade que permanecem sob investigação por maus-tratos. O grupo é suspeito de torturar Orelha, que devido à gravidade das lesões precisou passar por eutanásia, e de tentar afogar um segundo cão, conhecido como Caramelo, que conseguiu escapar.
Segundo o delegado Ulisses Gabriel, o objetivo é apurar com precisão a responsabilidade de cada envolvido antes de encaminhar o relatório final ao Poder Judiciário. O crime contra o animal comunitário provocou forte comoção social e pedidos por punições rigorosas aos responsáveis.
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