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Polícia encontra bonecas 'ensanguentadas' próximas a homem morto

Ao lado do corpo do homem, que foi condenado por estupro, havia duas bonecas em pé, com sangue e desenhos

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Polícia encontra bonecas 'ensanguentadas' próximas a homem morto
Autor As bonecas estavam em pé, ao lado do corpo da vítima. Elas estavam com sangue e desenhos - Foto: Jornal da Região/Arquivo pessoal

Um homem, de 42 anos, condenado por estupro, foi morto baleado em Campo Limpo Paulista, em São Paulo, na manhã de segunda-feira (28), porém, o que chamou a atenção na ocorrência foi que policiais militares encontraram bonecas "ensanguentadas" próximas ao corpo do sujeito. Até o momento, ninguém foi preso.

Segundo as informações da Polícia Militar (PM), uma equipe foi acionada por volta das 6h40 de segunda-feira para atender uma ocorrência de disparo de arma de fogo. Quando chegou ao local, a equipe se deparou com um corpo e, ao lado dele, duas bonecas em pé, com sangue e desenhos.

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Leia também: Jovem de 23 anos é morto a tiros em frente a bar em Mandaguari

A vítima do disparo de arma de fogo chegou a ser levado para um hospital, mas não resistiu.

Os agentes de segurança conversaram com a esposa do homem baleado e ela alegou que o companheiro estava respondendo a uma ação judicial pelo crime de estupro no estado de Minas Gerais. Ela disse também que ele era inocente.

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A perícia foi acionada no local da ocorrência, e o caso foi registrado como homicídio na delegacia de Campo Limpo Paulista.

Sentença

O processo por estupro de vulnerável contra o homem estava em andamento na comarca de Contagem (MG) desde 2016, em segredo de Justiça. De acordo com a sentença publicada em abril, ele foi condenado a 21 anos e oito meses de reclusão.

A equipe de reportagem do G1 conversou com a advogada do homem, que explicou que ele respondia ao processo em liberdade e, durante o trâmite processual, colaborou com a Justiça.

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"Ele compareceu em todos os passos quando foi intimado, apresentou as defesas e participou da audiência. Ele foi embora de Contagem justamente por temer represálias, até da própria família. Ele não foi foragido, foi pela integridade e proteção da família", finaliza.

As informações são do G1.

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