Polícia Civil nega boatos sobre morte de secretário e filhos
Nota oficial esclareceu rumores de que novos fatos poderiam dar outro rumo ao caso, inclusive mudando a autoria do crime
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A Polícia Civil de Goiás (PCGO) desmentiu, nesta segunda-feira (23), a existência de novas linhas de investigação sobre a morte de Thales Naves Alves Machado, secretário de Governo de Itumbiara (GO), e de seus dois filhos. Em nota oficial, a corporação informou que o inquérito conduzido pelo Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) mantém o mesmo escopo adotado desde o início dos trabalhos, sem qualquer alteração na tese principal ou na autoria do crime. A manifestação surge após rumores de que novos fatos poderiam dar outro rumo ao caso, inclusive mudando a autoria do crime.
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O órgão ressaltou que informações atualizadas serão divulgadas apenas após a conclusão das diligências e dos laudos periciais, respeitando o sigilo legal. O caso chocou a região sul de Goiás após Thales publicar em uma rede social que pretendia tirar a vida dos filhos e a própria, alegando dificuldades no casamento e afirmando ter chegado ao seu limite emocional.
De acordo com depoimentos de testemunhas que entraram no apartamento logo após a publicação, o secretário foi encontrado morto sobre a cama com uma pistola Glock calibre .380 sobre o peito. Ao seu lado estavam os filhos, de 12 e 8, ambos com ferimentos de bala na cabeça. Os moradores do condomínio tentaram socorrer as crianças, levando-as ao Hospital Municipal Modesto de Carvalho, mas a vítima de 12 anos não resistiu e o caçula faleceu após ser transferido em estado grave para o Hospital Estadual São Marcos.
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A perícia técnica encontrou no imóvel dois galões vazios e relatou um forte cheiro de gasolina espalhado pelos cômodos, indicando que o combustível havia sido despejado no ambiente antes dos disparos. Além da arma, os peritos recolheram evidências para compor o laudo final. O prefeito de Itumbiara, Dione Araújo, que é avô das crianças, manifestou-se publicamente sobre o luto da família diante da tragédia.
As informações são do Metrópoles.
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