Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Polícia apreende Porsche avaliado em R$ 1 milhão de 'Vovozona' do Comando Vermelho

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Polícia Civil apreendeu nesta terça-feira, 10, um Porsche Panamera avaliado em R$ 1 milhão em Campo Grande (MS). O veículo pertence a Gilmar Reis da Silva, conhecido como "Vovozona". Ele é apontado como um dos líderes do Comando Vermelho (CV) no Estado.

Até a publicação deste texto, o Estadão tentou contato com a defesa de Gilmar Reis da Silva, mas sem sucesso. O espaço segue aberto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O automóvel foi localizado em um trabalho em conjunto, das equipes da GCCO/Draco e do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco) da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul.

A apreensão está relacionada às investigações da Operação Imperium, deflagrada em 10 de fevereiro deste ano, que teve como foco o núcleo financeiro da facção criminosa, responsável pela movimentação e ocultação de recursos provenientes de atividades ilícitas, investigando lavagem de dinheiro e crimes conexos.

O veículo apreendido estava em nome da esposa de "Vovozona", apontada como integrante do esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio da facção criminosa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante a operação, foram cumpridos diversos mandados judiciais, de prisões, buscas e sequestro de bens, com foco em atingir a estrutura patrimonial utilizada para sustentar e fortalecer a atuação da organização criminosa.

'Vovozona'

Considerado criminoso de alta periculosidade e apontado como liderança da facção criminosa em Rondonópolis (MT) e região, "Vovozona" fugiu do Centro de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande (MT), no dia 14 de julho de 2023.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após a fuga, a investigação constatou que o foragido, sua esposa e pessoas sob sua influência direta faziam uso de diversos documentos falsos para abertura de contas bancárias e empresas de fachada, com o objetivo de movimentar dinheiro oriundo do crime e adquirir bens móveis e imóveis, para uso pessoal e demonstração de riqueza.

As investigações demonstraram que empresas de Rondonópolis eram registradas com um nome falso de Gilmar e em nome de pessoa diretamente ligada a ele. No esquema de lavagem, as empresas recebiam dinheiro de integrantes da facção e reintroduziam em circulação, para compra de veículos, imóveis e repasses dos lucros aos membros da facção.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline