Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

PF e Exército investigam esquema de venda ilegal de armas envolvendo servidores públicos

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Polícia Federal deflagrou, na manhã de terça-feira, 27, a Operação Fogo Amigo II. A ação atingiu uma organização criminosa especializada na venda ilegal de armas e munições na da Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas.

Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão. A Justiça também determinou o sequestro de bens e o bloqueio de valores dos investigados até o limite de R$ 10 milhões, além da suspensão da atividade econômica de duas lojas que comercializavam material bélico de forma irregular.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A investigação atingiu servidores públicos suspeitos de participação no esquema de venda ilegal de armas e munições, que foram afastados de suas funções.

A operação ocorre em força-tarefa com o Ministério Público da Bahia e conta com o apoio do Exército Brasileiro, das Corregedorias das Polícias Militares da Bahia e de Pernambuco, da Cipe-Caatinga (PMBA) e do Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (BEPI/PMPE).

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, comercialização ilegal de armas e munições, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Operação Fogo Amigo

Em abril de 2024, a Polícia Federal deflagrou a primeira fase da Operação Fogo Amigo no rastro de uma quadrilha formada por policiais militares, colecionadores de armas de fogo (CACs) e lojistas.

O grupo se dedicava à venda de armas e munições para facções criminosas que atuam em Pernambuco, Bahia e Alagoas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na ocasião, agentes da PF foram às ruas para cumprir 20 ordens de prisão preventiva e 33 ordens de busca e apreensão.

Segundo a Polícia Federal, a quadrilha comercializava também armas de uso restrito como fuzis e espingardas calibre 12 semiautomáticas - armamentos frequentemente usados em assalto a carros blindados e bancos.

O inquérito indica que a obtenção das armas se dava por meio de informações falsas em sistemas de fiscalização. A apuração identificou a venda de munições e acessórios por lojas em Juazeiro (BA), Petrolina (PE) e Arapiraca (AL).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline