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Peru pretende punir estupradores com castração química

O presidente Pedro Catillo afirmou que vai enviar o projeto ao Congresso do país ainda nesta semana

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Peru pretende punir estupradores com castração química
Autor Foto: Getty Images

Nesta segunda-feira (18), o presidente do Peru, Pedro Castillo, disse que irá encaminhar ao Congresso do país um projeto de lei que autoriza a castração de estupradores. A proposta deve ser enviada ainda nesta semana.

Castillo disse aos apoiadores que a punição seria em decorrência de "um clamor popular". A iniciativa foi anunciada pelo presidente após a divulgação de um caso da semana passada em que uma criança de 3 anos foi sequestrada e estuprada por um homem, que gravou o ataque.

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Segundo Castillo, a proposta, que ainda não foi apresentada formalmente ao Congresso, prevê a punição de agressores de menores de idade, adolescentes e mulheres.

No entanto, existe uma forte resistência ao projeto dentro do atual governo peruano. Alfonso Chávarry, ministro do Interior, discordou do presidente e disse, em entrevista coletiva, que a proposta "tem que ser reavaliada" e que não poderia ser aplicada "sem ter um estudo".

Castração química

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A intervenção antilibidinal, mais conhecida como castração química, consiste em reduzir a libido do paciente. Para isso, é feita a administração de drogas.

Um estudo publicado na revista científica Human Rights Law Review, em fevereiro do ano passado, explica que a castração pode ocorrer de duas formas: com drogas hormonais com efeitos supressores de testosterona ou com drogas não hormonais, como antidepressivos ou antipsicóticos, cujos efeitos redutores da libido operam por meio de outros mecanismos.

Com informações do g1.

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