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NO DIA DO CRIME

Padrasto de criança morta usou IA para pesquisar enforcamento

A consulta foi registrada em 17 de agosto, mesmo dia em que a vítima chegou ao Multi Hospital, no Sul da Ilha, com diversas lesões e acabou morrendo

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O caso foi encaminhado à 36ª Promotoria da Capital
Icone Camera Foto por PMF/Divulgação
O caso foi encaminhado à 36ª Promotoria da Capital
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O padrasto de um menino de quatro anos, morto em Florianópolis após suspeita de maus-tratos, teria recorrido a um aplicativo de Inteligência Artificial (IA) para pesquisar sobre os efeitos de um enforcamento em crianças no mesmo dia em que o crime ocorreu. A informação consta no inquérito policial ao qual o site NSC teve acesso com exclusividade.

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De acordo com a investigação, no celular do jovem de 23 anos foi encontrada a seguinte pergunta feita à IA: “O que acontece se ficar enforcando muito uma criança?”. A consulta foi registrada em 17 de agosto, mesmo dia em que a vítima chegou ao Multi Hospital, no Sul da Ilha, com diversas lesões e acabou morrendo.

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Na resposta, a IA alertou que “enforcar uma criança é extremamente perigoso e nunca deve ser feito, nem ‘de brincadeira’”, detalhando ainda os riscos do enforcamento para o corpo humano.

Conclusão do inquérito

O laudo necroscópico apontou que a morte do menino foi causada por choque hemorrágico decorrente de traumatismo abdominal provocado por instrumento contundente. Segundo a Polícia Civil, as provas reunidas indicam que a criança era vítima de maus-tratos e que as agressões eram praticadas pelo padrasto com pleno conhecimento da mãe.

Com base nas investigações, o casal foi indiciado por homicídio qualificado, por emprego de meio cruel e contra pessoa menor de 14 anos. O caso foi encaminhado à 36ª Promotoria da Capital, que poderá oferecer denúncia, solicitar novas diligências ou arquivar o processo.

O caso

O crime aconteceu na tarde de 17 de agosto. O menino foi levado desacordado ao hospital por uma vizinha, que é enfermeira, e pelo padrasto. A criança chegou em parada cardiorrespiratória e já sem vida.

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Profissionais de saúde relataram que o corpo apresentava mordida na bochecha, manchas roxas no abdômen e marcas de agressões nas costas.

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Em depoimento, o padrasto disse ter notado que o enteado estava estranho durante o dia e que, ao vê-lo desacordado, pediu ajuda à vizinha. Já a mãe, de 24 anos e grávida, alegou estar no trabalho.

O casal foi preso em flagrante. Na audiência de custódia, a mulher foi liberada em razão da gestação, enquanto o padrasto permanece detido.

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