Mulher injeta gordura extraída de cadáveres para procedimento estético; entenda
Um procedimento estético incomum e cercado de controvérsias vem ganhando visibilidade
Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline
Um procedimento estético incomum e cercado de controvérsias vem ganhando visibilidade nos Estados Unidos ao empregar gordura humana extraída de cadáveres para preenchimento e remodelação corporal. Embora a origem do material cause estranhamento, algumas pacientes relatam que os resultados obtidos compensam o impacto psicológico inicial.
→ Leia maias: Mulher é presa e investigada por torturar o companheiro com chapinha de cabelo
A técnica utiliza um produto desenvolvido a partir de gordura humana doada à ciência, submetida a um processo rigoroso de esterilização, purificação e descelularização. Segundo os desenvolvedores, essas etapas eliminam riscos biológicos e transformam o tecido em um material considerado seguro, que passa a ser utilizado como preenchedor injetável, de forma semelhante a outros já consagrados na medicina estética.
De acordo com relatos de usuárias, o procedimento é feito com anestesia local, dispensa cirurgias invasivas e tem recuperação rápida. As aplicações costumam ser realizadas em áreas como quadris, glúteos e seios, com o objetivo de restaurar volume e melhorar o contorno corporal. Uma das pacientes classificou a experiência como inicialmente “macabra”, mas afirmou que os efeitos estéticos superaram qualquer desconforto.
A técnica tem despertado interesse principalmente entre pessoas que passaram por grande perda de peso, inclusive após o uso de medicamentos para emagrecimento, e que não dispõem de gordura suficiente para a transferência autóloga, método que reutiliza o próprio tecido do paciente. Nesses casos, a gordura proveniente de doadores falecidos surge como uma alternativa viável.
Profissionais da área de cirurgia plástica e estética reconhecem que o método representa um avanço técnico, mas ressaltam os debates éticos e científicos envolvidos. Entre as questões levantadas estão o uso de tecido humano para fins cosméticos, os possíveis efeitos a longo prazo e a necessidade de regulamentação rigorosa para assegurar a segurança dos pacientes.
📲Clique aqui para entrar no nosso grupo do WhatsApp e receber nossas notícias em primeira mão
Últimas em Cotidiano
Mais lidas no TNOnline
Últimas do TNOnline