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TORTURA

Mulher é presa e investigada por torturar o companheiro com chapinha de cabelo

O jovem apresentava queimaduras causadas por ferro de passar aquecido e chapinha de cabelo

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Mulher é presa e investigada por torturar o companheiro com chapinha de cabelo
Autor Ela é investigada por tortura qualificada e ameaça - Foto: Ilustrativa/Freepik

Uma mulher de 33 anos foi presa nesta segunda-feira (02) pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) durante a operação Deliverance, realizada em Montes Claros, no Norte do estado. Ela é investigada por tortura qualificada e ameaça contra o companheiro, um jovem de 21 anos, além de responder por denunciação caluniosa ao tentar atribuir a terceiros a autoria das agressões.

Segundo a PCMG, os crimes ocorreram em novembro do ano passado, quando a vítima buscou atendimento médico com ferimentos graves. O jovem apresentava queimaduras causadas por ferro de passar aquecido e chapinha de cabelo, além de hematomas compatíveis com socos, marcas de amarração nos pulsos e tornozelos e indícios de que teria sido amordaçado.

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Inicialmente, o rapaz informou à polícia que as agressões teriam sido cometidas por um casal conhecido, porém não apresentou as lesões naquele momento. Ele também relatou ter recebido ameaças de morte caso denunciasse os fatos.

Com o agravamento do quadro clínico, as lesões infeccionaram e a vítima precisou permanecer internada por mais de 20 dias. Em 13 de janeiro, o jovem retornou à delegacia e relatou a verdadeira dinâmica dos acontecimentos, o que levou à abertura de inquérito policial e ao pedido de medidas cautelares à Justiça.

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De acordo com a delegada Monique Bicalho, responsável pela investigação, os mandados foram expedidos após o avanço das apurações e a reunião de novos elementos de prova. “As investigações indicam que as agressões foram praticadas pela atual companheira da vítima, que esteve presente de forma constante tanto no hospital quanto na delegacia”, afirmou.

A Polícia Civil segue com as investigações para esclarecer completamente o caso e reunir provas para a responsabilização da suspeita.

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