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INVESTIGAÇÃO

Mulher é presa após ajudar marido a estuprar e matar a própria irmã

Investigação da Polícia Civil aponta que suspeita de 36 anos teria auxiliado o companheiro a atrair, violentar e assassinar a adolescente em Cuiabá

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Mulher é presa após ajudar marido a estuprar e matar a própria irmã
Autor Estefane Pereira Soares, tinha 17 anos - Foto: reprodução

Uma ação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) resultou, na última quinta-feira (26), na prisão de uma mulher, de 36 anos, investigada por participação direta no estupro e assassinato da irmã de seu marido, no bairro Três Barras, na capital do Mato Grosso. A vítima foi identificada como Estefane Pereira Soares, de 17 anos.

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O principal executor do crime é o irmão da vítima, preso em flagrante. De acordo com as investigações, o crime foi fruto de uma emboscada. O homem teria atraído a vítima para o local da morte sob o pretexto de uma conversa familiar sobre a mãe deles.

O corpo de Estefane foi localizado no dia 11 de março, submerso em um córrego da região. Para impedir que o cadáver flutuasse, os autores amarraram pedras ao corpo da jovem, que apresentava nítidos sinais de violência física e sexual.

Embora a suspeita tenha negado envolvimento em um primeiro momento, o delegado responsável pelo caso, Caio Albuquerque, afirmou que o avanço das diligências revelou elementos probatórios suficientes para decretar sua prisão. "Há indícios de que ela concorreu para a morte da irmã", declarou a autoridade policial.

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Após passar por audiência de custódia, a suspeita permanece à disposição do Judiciário. O caso segue sob investigação para esclarecer todos os detalhes e verificar se houve a participação de outros familiares no feminicídio. A motivação não foi revelada.

Criminoso sexual em série

Segundo a Polícia Civil o irmão da vítima possui histórico criminal e é considerado um "criminoso sexual em série". Ele já havia sido condenado a 17 anos de prisão, mas saiu da penitenciária três dias antes do crime, após um erro no cadastro de processos judiciais.

Em nota, a Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso informou que instaurou procedimento para apurar as circunstâncias da soltura. O suspeito está novamente preso.

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