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MP se posiciona sobre pedido de Cristian Cravinhos para cumprir regime aberto

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O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) reafirmou, em documento emitido nesta quinta-feira, 30, ser contra a autorização para que Cristian Cravinhos passe a cumprir pena em regime aberto. Junto com seu irmão Daniel Cravinhos e Suzane von Richthofen, ele é um dos três condenados pelo assassinato do casal Manfred e Marísia von Richthofen, crime praticado em 2002.

Cravinhos está preso em regime semi-aberto na Penitenciária de Tremembé, no interior paulista, e em maio de 2024 sua defesa pediu a progressão para o regime aberto à Justiça, que ainda não decidiu se atenderá ou não. A reportagem não localizou a defesa de Cristian Cravinhos para que se manifeste sobre a posição do MP-SP.

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Como parte do procedimento decisório, a pedido do MP-SP e por ordem judicial, Cravinhos foi submetido ao teste de Rorschach, exame psicológico utilizada na avaliação da personalidade, cujo resultado foi recentemente anexado ao processo. O promotor Gustavo José Pedroza Silva manifestou-se nos autos do processo após analisar as conclusões desse teste.

Segundo o MP-SP, o exame indicou que Cravinhos "apresenta traços disfuncionais de personalidade, caracterizados por rigidez emocional e controle excessivo". Ele demonstra dificuldade em lidar com as emoções de forma espontânea, diz o promotor.

"Entre suas fragilidades, destaca-se uma expressão afetiva marcadamente rígida e controlada, o que compromete sua espontaneidade emocional. Cristian apresenta dificuldade em compreender e integrar suas emoções de maneira objetiva, resultando em reações que são frequentemente influenciadas por fantasias e ideias pouco realistas", afirmou a perita designada para a avaliação, segundo o MP-SP.

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"Denota-se, portanto, que o sentenciado apresenta traços de imaturidade, percepção da realidade voltada para questões pessoais, a partir de sua própria perspectiva do mundo, sem compreender e levar em consideração a experiência do outro (sinal de falta de empatia), além de propensão a concretizar impulsos reprimidos e tomar medidas irrefletidas e descontroladas", afirmou o promotor.

Em 2002, Suzane Richthofen, seu então namorado Daniel Cravinhos e o irmão dele, Cristian, planejaram e executaram a morte dos pais de Suzane, que eram contra o namoro dela. Preso naquele ano e condenado em 2006 a 38 anos de prisão, Cristian passou ao regime semi-aberto em 2013 e quatro anos depois foi autorizado a cumprir pena em regime aberto.

Após sete meses e 24 dias fora da prisão, em abril de 2018 ele foi detido novamente, acusado de agredir a ex-mulher e tentar subornar policiais - acabou condenado por corrupção ativa. Agora tenta novamente deixar a cadeia.

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