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MP denuncia 'dono' da Favela do Moinho e outros 24 por ferros-velhos do PCC na Cracolândia

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O Ministério Público de São Paulo denunciou 25 pessoas por suspeita de envolvimento com a exploração ilegal de ferros-velhos e empresas de reciclagens do Primeiro Comando da Capital (PCC).

O principal denunciado é Leonardo Monteiro Moja, conhecido como Leo do Moinho, acusado de ser o chefe do tráfico de drogas nos hotéis do centro de São Paulo e "dono" da Favela do Moinho, que segundo os promotores se tornou o QG de todo o "ecossistema criminoso" da facção na região central da cidade.

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Os irmãos dele, Alberto Monteiro Moja e Jefferson Francisco Moja Teixeira, também foram denunciados.

O grupo é acusado de organização criminosa, lavagem de dinheiro, receptação qualificada, crimes ambientais e exercício de atividade comercial sem licença.

Essa é mais uma denúncia derivada da Operação Salus et Dignitas (Segurança e Dignidade). A investigação é conduzida pelo Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), braço do Ministério Público de São Paulo.

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O MP detalha na denúncia como o PCC montou uma rede de galpões de reciclagem e ferros-velhos para receptar objetos furtados e roubados no centro, especialmente fios de cobre. O esquema funcionou com a exploração clandestina da mão de obra de moradores da Cracolândia. Segundo a investigação, eles eram pagos com bebidas e drogas.

"Os denunciados constituíram organização criminosa para explorar os ferros-velhos e recicladoras que constituem objeto da presente denúncia, de forma ilegal, em flagrante violação à legislação ambiental, sanitária, tributária, trabalhista, cujos produtos e proveitos destas atividades possibilitaram a violação em escala dos direitos das pessoas em situação de vulnerabilidade, notadamente dos adictos", diz um trecho da denúncia.

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