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CRUELDADE

MP de Portugal denuncia patroa por matar babá brasileira com bloco de cimento

Investigação aponta que suspeita atraiu a vítima, Lucinete Freitas, para local deserto e a agrediu violentamente

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MP de Portugal denuncia patroa por matar babá brasileira com bloco de cimento
Autor Lucinete estava em Portugal desde abril e cuidava do filho da suspeita - Foto: Reprodução

O Ministério Público (MP) de Portugal informou, nesta segunda-feira (5), que a babá brasileira Lucinete Freitas, de 55 anos, foi assassinada pela própria patroa. Segundo a acusação, o crime foi motivado por conflitos na relação de trabalho e executado com requintes de crueldade. A suspeita, também brasileira e de 43 anos, foi indiciada por quatro crimes, incluindo homicídio qualificado.

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De acordo com as investigações, o assassinato ocorreu no dia 5 de dezembro na região da Amadora, área metropolitana de Lisboa. A empregadora teria atraído a vítima para uma zona deserta sob o pretexto de levá-la para casa. No local, Lucinete foi agredida violentamente na cabeça com um bloco de cimento.

Após confirmar o óbito, a acusada tentou ocultar o crime cobrindo o corpo com entulhos. O MP revelou ainda que a suspeita se apropriou do celular da vítima para despistar familiares e autoridades. Passando-se por Lucinete, ela enviou mensagens afirmando que havia viajado para o Algarve, no sul do país, com uma amiga.

A farsa começou a ruir quando o marido da vítima, que reside no Brasil, não teve suas ligações e nem as suas mensagens respondidas após o dia 5 de dezembro. Lucinete estava em Portugal desde abril e cuidava do filho da suspeita, mantendo contato diário com a família.

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O corpo foi encontrado apenas no dia 18 de dezembro, 13 dias após o desaparecimento, depois de a própria suspeita indicar a localização à Polícia Judiciária, segundo a família da vítima. A mulher foi presa na mesma data e indiciada pelos crimes de: homicídio qualificado, profanação de cadáver, detenção de arma proibida e falsidade informática.

O inquérito corre sob a direção do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) do Núcleo da Amadora.

As informações são da CNN.

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