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Morte de delegado na Vila Romana: suspeito baleado está paraplégico

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Enzo Wagner Lima Campos, de 24 anos, um dos suspeitos de assassinar o delegado Mauro Guimarães Soares, está paraplégico, de acordo com a polícia de São Paulo. Ele permanece internado no Hospital Universitário da USP, zona oeste da capital, sob escolta policial.

O delegado de classe especial, de 59 anos, morreu após ser baleado no peito durante tentativa de assalto no sábado, 21, na Vila Romana, zona oeste de São Paulo.

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Enquanto caminhava com a mulher, Ana Paula Soares, que também é policial, o delegado reagiu ao ser abordado por dois bandidos numa moto, segundo testemunhas.

O autor dos disparos que vitimou o policial foi baleado. Enzo apresenta lesão na medula espinhal que impede o movimento das pernas.

Natural de São Paulo, ele já foi condenado por organização criminosa e acusado de roubo, violência doméstica e receptação. Já havia sido preso em outras ocasiões e cumpria medida cautelar nas ruas. Agora, foi indiciado pelo crime de latrocínio

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Outro suspeito pelo crime, Jeferson da Silva Teixeira, foi preso na cidade de Extrema, no sul de Minas Gerais. A Polícia Militar informou que o suspeito, de 29 anos, foi abordado junto com outro indivíduo em frente a um bar, no bairro Bela Vista, consumindo drogas.

Ambos foram encaminhados à delegacia, onde a polícia descobriu um mandado de prisão temporária aberto contra Jeferson como suspeito de envolvimento na morte do delegado.

Um terceiro suspeito de envolvimento na morte do delegado também foi preso, mas sua identidade não foi relevada pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

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Quem era Mauro Guimarães Soares

Mauro Guimarães Soares integrava o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Vindo de uma tradicional família de policiais de São Paulo, ele esteve à frente de delegacias da região metropolitana de São Paulo, entre elas Osasco, Carapicuíba e Barueri. Ele atuou ainda no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em São Paulo.

Em 2021, assumiu como delegado seccional de Sorocaba, interior de São Paulo, e esteve no comando de 18 cidades da região.

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Seu irmão, o delegado Maurício Guimarães Soares, foi diretor do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC). Os dois são filhos do delegado Acrisio Soares, da cúpula da Polícia Civil nos anos 1980. Sua mulher, Ana Paula, que presenciou o disparo contra o marido, é subdelegada geral.

O caso foi registrado como latrocínio no 91º Distrito Policial (Ceasa), com investigação liderada pelo Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais).

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