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Morte de criança de 2 anos é investigada pela polícia

A mãe e o padrasto disseram que ele caiu da cama, mas laudo contraria versão dos responsáveis

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Morte de criança de 2 anos é investigada pela polícia
Autor Kaleb Gabriel da Cruz, 2 anos - Foto: Da Redação

Um menino de 2 anos, deu entrada na emergência da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ricardo de Albuquerque, Zona Norte do Rio, na quarta-feira (17).

A mãe e o padrasto, disseram que Kaleb Gabriel da Cruz Lisboa brincava com o irmão mais novo, de 11 meses, quando aconteceu o acidente, na última terça-feira (16), mas familiares desconfiaram da versão.

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De acordo com o legista, a lesão, não é compatível com uma queda da cama, e o menino não apresentava nenhum ferimento na cabeça, o pâncreas chegou a se romper.

O rompimento pode ter sido causado por conta de algum machucado antigo, mais profundo.

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O menino foi levado para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Ricardo de Albuquerque e depois para o Hospital Municipal Albert

Schweitzer.

A mãe alegou que não havia médicos e equipamentos na UPA. Já no hospital da Prefeitura do Rio, a família diz que os especialistas não fizeram os exames necessários e deram alta médica para a criança, que morreu horas depois, na manhã desta quarta (17).

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O padrasto de Kaleb registrou um boletim de ocorrência contra o hospital, por negligência.

Na mesma delegacia, a tia registrou um boletim de ocorrência por maus-tratos, pois suspeitam que ele fosse vítima de agressões. A mãe e o padrasto negam.

De acordo com a tia paterna, quando a família esteve na delegacia, o irmão da mãe da criança contou que o menino era vítima de agressão.

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“Ele falou que se a gente gostasse do nosso sobrinho mais novo, o outro filho do meu irmão de 11 meses, era para a gente tirá-lo de lá. Ele disse que o atual namorado da minha ex-cunhada maltratava o Kaleb, batia nele. Ele disse que o atual padrasto não gostava do meu sobrinho e que já tinha presenciado agressões contra ele”, contou a tia de Kaleb.

Nos próximos dias, a mãe e o padrasto deverão prestar um novo depoimento.

Na manhã desta quinta (18), a mãe e o padrasto de Kaleb estiveram no IML e negaram as acusações dos familiares.

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“Eu, como mãe, não ia aceitar ninguém maltratando os meus filhos, ninguém. Nem pai, nem padrasto, nem tia, nem vó, ninguém. Porque eu carreguei nove meses e só eu sei a dor que eu estou sentindo agora”, afirmou a mãe da criança.

O padrasto disse que o menino estava normal antes de dormir e pela manhã estava com o corpo frio e não respondia a estímulos. No hospital os médicos teriam dito que não seria necessário fazer raio-x porque a criança já estava morta. Ele deixa quatro irmãos.

“Eu cuido muito bem desse, quanto do outro. Quando eu cheguei, cheguei amando como se fossem meus filhos. Sempre dei banho, alimentei. Essa hipótese (agressão) você pode descartar”, disse.

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A família do pai da criança soube da morte pelas redes sociais, através de post da mãe da criança. O pai de Kaleb morreu assassinado há 5 meses.

O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) apontou que a causa da morte de Kaleb, de apenas 2 anos, foi causada por traumatismo do abdômen com lesão do pâncreas por ação contundente ou seja, um trauma [uma pancada] na região da barriga.

A perícia feita no corpo da criança será anexada à investigação da 31ª DP (Ricardo de Albuquerque), que apura o caso.

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Em nota, a direção do Hospital Municipal Albert Schweitzer informou que o paciente deu entrada na unidade por volta das 19h de terça-feira (16), com relato de queda da cama. O menino apresentava edema na face esquerda e episódios de vômitos.

"Kaleb ficou em observação por cerca de 4 horas, foi medicado para enjoo e realizou exame de imagem que não apresentou alterações. Após estabilização do quadro, o paciente recebeu alta com as devidas orientações", explicou a direção do hospital.

A direção da UPA Ricardo de Albuquerque informou que o Kaleb deu entrada na unidade na terça-feira, levado pela mãe e o padrasto.

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"Após relato de queda e vômito feito pelos responsáveis, eles foram orientados a permanecer na unidade para que a criança fosse encaminhada com prioridade para exame de tomografia, mas optaram por sair à revelia, ou seja, por conta própria, sem alta dada pela equipe médica. No dia seguinte, a criança retornou à UPA já em óbito. De acordo com o protocolo para esses casos, o corpo foi encaminhado ao IML para análise da causa do óbito", diz a nota.

Com informações de G1

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