Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Moraes será relator da ação que questiona bônus a policiais que 'neutralizam criminosos'

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A ação que questiona a lei do Estado do Rio de Janeiro que instituiu pagamento de gratificação a policiais civis por "neutralização de criminosos" foi distribuída por prevenção ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A relatoria de Moraes era um pedido do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) pelo fato de o ministro já relatar a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) das Favelas, em que o STF impôs uma série de restrições às operações policiais no Estado.

A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada pelo PSOL também pede medida cautelar para suspender os efeitos da lei até o julgamento definitivo da ação pelo plenário do Supremo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A sigla sustenta haver conexão direta entre a lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e as determinações já fixadas pela Corte na ADPF das Favelas. Segundo a legenda, o pagamento de bônus por resultados operacionais poderia estimular o aumento da letalidade policial e contrariar parâmetros constitucionais estabelecidos pelo próprio STF.

A norma autoriza o pagamento de gratificação entre 10% e 150% do vencimento do policial, a depender do resultado da atuação em serviço. O dispositivo foi incluído por emenda parlamentar e chegou a ser vetado pelo governador do Estado, Cláudio Castro (PL), mas o veto acabou derrubado pela Alerj.

Na ação, o PSOL argumenta que a medida retoma a chamada "gratificação faroeste", modelo adotado no Rio nos anos 1990 e posteriormente revogado após críticas por incentivar confrontos armados e mortes em operações policiais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além do mérito, o partido aponta vício formal no processo legislativo, ao sustentar que a criação de gratificação remuneratória pelo parlamento violaria a iniciativa privativa do chefe do Executivo estadual, além de gerar despesa sem estimativa de impacto orçamentário.

Com o sorteio, caberá agora a Moraes analisar o pedido de medida cautelar.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline