Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Ministério Público do Trabalho investiga Uber e 99 por mototaxistas em São Paulo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ministério Público do Trabalho (MPT) abriu um inquérito civil para investigar a situação dos mototaxistas em São Paulo. A investigação foi instaurada em um momento crítico, em que a Prefeitura de São Paulo e plataformas de transporte como aplicativo, como 99 e Uber, travam uma batalha na Justiça em torno dos serviços de mototáxi na capital. Uma decisão provisória proibiu a circulação dos mototáxi.

O procedimento foi aberto de ofício, ou seja, por iniciativa da própria instituição. Segundo a portaria que registrou o inquérito, assinada no dia 23, o MPT vai investigar "os fatos em toda a sua extensão". O inquérito civil é conduzido pelo promotor Rodrigo Barbosa de Castilho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Uma representação da vereadora Amanda Paschoal (PSOL) pedindo providências do Ministério Público do Trabalho para proibir a prefeitura de apreender motos de motoristas de aplicativo foi anexada ao inquérito. Ao todo, 170 motos foram apreendidas entre os dias 15 e 21 de janeiro, segundo balanço da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transportes.

Amanda alegou no ofício que trabalhadores de mototáxi são "os únicos a sofrerem as consequências financeiras diretas pela disputa" entre a Prefeitura e as plataformas.

A investigação do MPT gira em torno das normas de segurança e relações de trabalho entre os mototaxistas e as empresas de transporte por aplicativo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Ministério Público de São Paulo, por meio da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social, também investiga a circulação dos mototáxi na capital. São objetivos diferentes. Neste caso, o MP apura o descumprimento do decreto do prefeito Ricardo Nunes (MDB) que suspendeu os serviços de mototáxi. A investigação foi aberta a pedido da Prefeitura.

A promotora de Justiça Cíntia Marangoni abriu prazo para 99 e Uber prestarem informações. Também pediu a colaboração do Sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas do Estado de São Paulo (Sindimoto-SP) e da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP).

A Prefeitura alega que a liberação do serviço de mototáxi em São Paulo vai aumentar o número de acidentes na cidade. Plataformas de transporte por aplicativo ignoram as restrições estabelecidas por Ricardo Nunes. A 99 foi a primeira a liberar a modalidade no app após o decreto. Em seguida, a Uber anunciou retomada dos serviços de mototáxi na capital paulista, com os preços em média 40% mais baixos que o Uber X, modalidade mais barata de carro no aplicativo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV