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Metrô de SP abre propostas de licitação para obras da Linha 19-Celeste

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O Metrô de São Paulo realiza entre esta segunda-feira, 22, e a próxima quarta-feira, 24, as sessões públicas de abertura das propostas da licitação para contratar os consórcios responsáveis pelas obras civis da Linha 19-Celeste. O trecho ligará o Bosque Maia, na região central de Guarulhos, ao Anhangabaú, no centro da Capital. A previsão é de cerca de 19,5 bilhões em investimentos.

O trecho de 17,6 quilômetros foi divido em três lotes. O primeiro lote vai abranger cinco estações e seis poços de ventilação (VSE) entre Bosque Maia e Itapegica, o segundo terá cinco estações e seis VSEs entre Jardim Julieta e Vila Maria, além do Pátio Vila Medeiros, enquanto o terceiro compreenderá cinco estações e seis VSEs de Catumbi a Anhangabaú.

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A disputa será realizada de forma eletrônica meio do portal Compras.gov, plataforma oficial de licitações do Governo do Estado de São Paulo. Na abertura dos envelopes, o Metrô vai analisar as propostas financeiras e técnicas para a definição dos vencedores. Após isso, é possível homologar os vencedores, assinar os contratos e iniciar os projetos executivos, seguidos pelas obras. O prazo de conclusão é de 75 meses, um pouco mais de 6 anos, a partir do início da construção.

Durante o processo, são divulgados apenas o número de participantes e os valores apresentados, sem identificação dos concorrentes. Os autores das propostas serão revelados ao final da etapa de lances. O resultado é definido após a análise das propostas técnicas e financeiras.

Melhorias

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A Linha 19-Celeste está projetada para atender 630 mil passageiros por dia, reduzindo em até uma hora o tempo de deslocamento entre os centros de Guarulhos e São Paulo. A nova linha será integrada às linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha do Metrô, além de permitir futuras conexões com linhas da CPTM, como a Linha 11-Coral.

Com isso, a expectativa é que a linha ajude a desafogar o sistema de ônibus intermunicipais, especialmente nos trajetos entre Guarulhos e São Paulo, hoje entre os mais sobrecarregados da região metropolitana.

O projeto vai gerar mais de 28 mil postos de trabalho diretos e indiretos, e contribuir para a redução de 131 mil toneladas de gases de efeito estufa por ano, além de economizar 59,7 milhões de litros de combustível.

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Projeto

Os vencedores serão responsáveis pela implementação dos túneis pelos 17,6 quilômetros de extensão da linha, 15 estações, pátio de manutenção e 18 poços de ventilação e saídas de emergência (VSEs). As atribuições incluem ainda a elaboração do projeto executivo - que fornece o detalhamento técnico da construção - assim como o fornecimento e instalação de sistemas auxiliares, como escadas rolantes, elevadores, ventilação, iluminação e bombas hidráulicas.

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