Menina de 13 anos sofre estupro coletivo após ser confundida com namorada de traficante
Ela estava em uma praça acompanhada de uma amiga quando foi abordada por sete homens armados
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Uma adolescente de 13 anos foi vítima de estupro coletivo após ser confundida com a companheira de um integrante de facção rival, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro. A Polícia Civil realizou, na manhã desta quarta-feira (11), uma operação para cumprir mandados contra os envolvidos no crime.
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De acordo com o relato prestado à Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), a vítima estava em uma praça acompanhada de uma amiga quando foi abordada por sete homens armados. Ela foi obrigada a entrar em um veículo e levada para um imóvel utilizado como cativeiro, onde passou por uma espécie de “julgamento” promovido por traficantes.
Segundo as investigações, os criminosos acreditavam que a jovem seria informante ou namorada de um membro de facção rival. Como forma de punição, ela foi submetida a violência sexual coletiva. Durante as agressões, ainda foi atingida de raspão por um disparo na cabeça e ameaçada de morte, assim como familiares, para que não denunciasse o caso.
A vítima só foi libertada após um dos líderes do grupo criminoso informar aos executores que haviam capturado a pessoa errada. A ordem para soltá-la partiu da própria liderança da facção.
Suspeitos identificados
A Polícia Civil identificou sete pessoas envolvidas na ação, entre elas uma mulher que teria ajudado a conter a vítima e um adolescente. A operação desta quarta-feira teve como objetivo cumprir cinco mandados de prisão e um de busca e apreensão.
Conforme apurado, integrantes do próprio grupo criminoso teriam aplicado represálias contra alguns dos envolvidos. Um dos suspeitos foi executado e outro agredido antes de ser preso. Este último foi localizado em um hospital e possui antecedentes por estupro e tráfico de drogas.
Estado de saúde
Após ser liberada, a jovem foi socorrida e encaminhada a uma unidade hospitalar da região, onde permanece internada sob cuidados médicos e acompanhamento psicológico.
As investigações seguem sob responsabilidade da Deam de São João de Meriti, que trabalha para localizar os demais suspeitos.
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