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Médico é suspeito de agredir criança de 8 anos durante atendimento

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Médico é suspeito de agredir criança de 8 anos durante atendimento
Autor Foto: Reprodução/Praia Grande Mil Grau

No sábado (23), um médico foi afastado de sua função após ser acusado de agressão em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), em Praia Grande, São Paulo.

Segundo o relato de Beatriz da Costa Santos, de 27 anos, o profissional teria batido em seu filho, de 8 anos. O menino precisou ir à UPA após ter sofrido uma queda enquanto andava de bicicleta.

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Ao tentar desviar de um veículo, a criança caiu e sofreu um corte na perna. A vítima foi levada pela mãe e pela tia ao estabelecimento de saúde.

A mãe contou que ficou aguardando do lado de fora enquanto a tia o acompanhou durante o atendimento. Após a espera de cerca de uma hora, o menino foi chamado para atendimento pelo médico que, segundo a tia do menino, estava nervoso e gritando.

De acordo com a tia, a criança entrou chorando na sala e, então, o profissional deu um tapa em seu rosto. Uma enfermeira acompanhou a situação e repreendeu o médico.

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A Polícia Militar (PM) foi chamada. Depois da chegada dos agentes de segurança, o profissional atendeu o menino, dando cinco pontos na perna ferida da criança. A família confeccionou um boletim de ocorrência contra o médico.

Afastamento

Conforme uma nota divulgada pela prefeitura da cidade, o médico foi afastado.

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“A administração está à disposição da família e esclarece que não foi falta de médico ou assistência de saúde, trata-se de um caso de conduta profissional, e a Sesap solicitou à SPDM que o médico envolvido fosse afastado imediatamente até a apuração total dos fatos”, disse.

A direção da unidade de saúde afirmou, no entanto, que não houve agressão. Em nota, a instituição disse que a criança e os familiares “encontravam-se muito exaltados” e que, por isso, “foi necessária a intervenção cordial da equipe da unidade para que o atendimento fosse realizado de forma apropriada”.

Além disso, a direção da UPA afirmou que o menino recebeu todos os atendimentos necessários e que, apesar da recomendação de “permanência no local para observação”, a família retirou o paciente da unidade, “contrariando as recomendações médicas”.

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Com infromações; Metrópoles.

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