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Médico é investigado por pedir voto em Bolsonaro durante parto

O profissional filmou o momento e compartilhou o vídeo nas redes sociais; a mãe do recém-nascido ainda estava na maca

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Médico é investigado por pedir voto em Bolsonaro durante parto
Autor Após a enorme repercussão do caso, o médico apagou o vídeo de suas redes sociais - Foto: Reprodução/Redes Sociais

O Conselho Regional de Medicina do Estado do Pará (CRM-PA) vai investigar a conduta de um médico que, após o parto de um bebê, filmou a família e pediu que à mãe declarasse seu voto no candidato Jair Bolsonaro (PL). As imagens foram compartilhadas pelo profissional nas redes sociais. O caso aconteceu em Belém.

No vídeo, o médico Allan Rendeiro também mostrou o bebê e disse: “Já nasci 22. Vou votar no Bolsonaro”. Na sequência, exibiu a mãe ainda na maca, depois do procedimento cirúrgico, aparentemente, ainda sob efeito anestésico.

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"Essa aqui é a mamãe. Dia 30 ela vota?... 22, diga. Vou mandar para o Bolsonaro esse vídeo que ele está em uma live especial", afirmou, se referindo à transmissão ao vivo feita pelo candidato, na última sexta-feira (21). A mãe vira o rosto duas vezes ao longo da filmagem e não responde ao profissional.

LEIA MAIS: Além do Casimiro: Quais são os tuítes mais curtidos da história? Veja

O homem aborda o pai da criança que usava uma camisa vermelha, segundo o médico, como parte do traje exigido para a entrada na maternidade. "Eu vou começar a reclamar aqui no hospital. Para diferenciar o negócio do pai, eles botam uma roupa vermelha. O doido não vem dizer que vai votar no Lula. Eu digo: ‘Rapaz tu quer que eu vá já embora e nem opere ela'”, disse.

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Repercussão

Após a enorme repercussão do caso, o médico apagou o vídeo de suas redes sociais. No entanto, o CRM do Pará informou que teve conhecimento e acesso às imagens e vai investigar o caso. "O Conselho Regional de Medicina do Estado do Pará esclarece que efetivará todas as medidas legais previstas na Lei nº 3.268/57 e Resoluções do Conselho Federal de Medicina, a fim de apurar o fato", diz o órgão, em nota.

A Maternidade do Povo, onde aconteceu a importunação, afirmou que o médico não é funcionário da instituição, porém ele atende seus pacientes no local. Disse, ainda, que não permite propaganda eleitoral por parte dos colaboradores e que havia tomado ciência do caso pelas redes sociais.

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Fonte: Informações do g1.

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