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Mãos de corretora morta em SC são localizadas por pescador em rio

Vítima teria sido morta para ter bens roubados; corpo foi dividido em cinco partes e arremessado em rio na Grande Florianópolis

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Mãos de corretora morta em SC são localizadas por pescador em rio
Autor Luciani Aparecida Estivalet Freitas, tinha 47 anos - Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um pescador encontrou, na última segunda-feira (16), mãos que podem pertencer à corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, em um rio no município de Major Gercino, na Grande Florianópolis (SC). O membro estava dentro de um saco plástico preto e a descoberta mobilizou o Corpo de Bombeiros, que realiza buscas na região nesta terça-feira (17) com o auxílio de barcos, drones e binômios compostos por cães farejadores e militares.

📰 LEIA MAIS: Polícia confirma que corpo esquartejado em SC é de corretora desaparecida

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De acordo com a Polícia Civil, a estimativa é que o corpo tenha sido dividido em cinco sacos, sendo que o tronco da vítima já havia sido localizado e identificado por exames de DNA na última quarta-feira (11).

As investigações apontam que Luciani foi morta entre os dias 4 e 5 de março em seu próprio apartamento, na região do Santinho. O crime é tratado como latrocínio, uma vez que pertences da vítima, como notebook e televisão, foram subtraídos e compras online foram realizadas em seu CPF após o óbito. O corpo teria permanecido no imóvel até a madrugada do dia 7 de março, quando foi transportado para uma área rural e descartado no rio.

Cinco pessoas são investigadas pelo envolvimento no crime, incluindo quatro membros de uma mesma família que eram vizinhos de Luciani: um homem de 27 anos, sua companheira de 30, o irmão de 14 anos e a mãe dos jovens. O casal foi detido pela Polícia Rodoviária Federal em Gravataí (RS) durante tentativa de fuga. Além deles, uma mulher de 47 anos, administradora do residencial onde a corretora morava, foi presa em flagrante na quinta-feira (12) por receptação, após a polícia localizar objetos da vítima em um apartamento desocupado sob sua responsabilidade.

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A família da corretora, natural de Alegrete (RS), começou a suspeitar do paradeiro de Luciani no dia 6 de março, quando ela não entrou em contato para o aniversário da mãe. Mensagens enviadas pelo celular da vítima, contendo erros gramaticais e figurinhas incomuns ao seu comportamento habitual, reforçaram o alerta. Em uma das comunicações, os criminosos tentaram despistar os familiares afirmando que Luciani estaria sendo perseguida por um ex-namorado. O boletim de ocorrência foi registrado no dia 9 de março, desencadeando a operação que levou à descoberta do esquema de compras fraudulentas e à localização dos suspeitos.

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