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Mais de 1.200 foguetes, bombas, rojões: o que foi encontrado em casa que explodiu no Tatuapé

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A Polícia Militar apreendeu uma grande quantidade de artefatos explosivos e insumos usados na fabricação de pólvora no imóvel que explodiu no Tatuapé, zona leste de São Paulo, na última quinta-feira, 13. No local, foram identificados 1.230 foguetes, 15 bombas de polegada pequenas e uma grande, 13 bombas propulsoras, sete rojões de vara, garrafas PET com óleo, frasco de soda cáustica, cerca de 20 kg de enxofre e aproximadamente 1 kg de um pó branco, além de ferramentas como prensa, peneira e balança.

A avaliação preliminar indica que o morador, Adir Mariano, produzia pólvora e montava explosivos na residência, que funcionava como depósito clandestino de fogos de artifício.

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Uma pessoa morreu e 10 ficaram feridas na explosão seguida de incêndio. O caso foi registrado como explosão, crime ambiental e lesão corporal no 30º Distrito Policial. O imóvel onde ocorreu a explosão era residencial e não tinha licença para outra atividade.

Imagens registradas pelas câmeras corporais dos policiais que foram ao local mostram agentes caminhando entre escombros, orientando colegas a evitar paredes instáveis e identificando bombas e recipientes ao longo da casa destruída. As cenas revelam a dimensão do impacto da explosão e o risco provocado pelo armazenamento irregular de materiais inflamáveis.

Após a tragédia, a Prefeitura de São Paulo informou que cinco famílias desabrigadas receberão um auxílio emergencial em parcela única de R$ 1 mil, pago pela Secretaria Municipal de Habitação.

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A Subprefeitura Mooca concluiu a vistoria dos imóveis da Rua Francisco Bueno e do entorno na sexta-feira, 14, dia seguinte à explosão. Das 23 interdições iniciais, 13 permanecem (11 totais e 2 parciais). Outras duas casas foram notificadas para pequenos reparos. A desinterdição depende de intervenções de segurança e da apresentação de documentação pelos proprietários.

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