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Mãe que matou filha e guardou corpo em geladeira conta motivo do crime

O homicídio só foi descoberto durante a mudança de endereço da assassina, pois a geladeira estava enrolada em lençóis e fitas

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Mãe que matou filha e guardou corpo em geladeira conta motivo do crime
Autor O crime pode ter sido cometido à cerca de 20 dias atrás - Foto: Reprodução

Neste último sábado (26), uma mulher suspeita de matar a filha de 9 anos, esquartejar e guardar o corpo em uma geladeira foi presa.

Em depoimento à polícia, Ruth Floriano de 31 anos de idade, contou que cometeu o crime para se vingar do ex-marido e então pai da criança. A pequena Alany Izilda Floriano Silva pode ter sido assassinada na antiga casa da família. Ruth disse que matou Alany entre 8 e 9 de agosto, dois ou três dias após a filha ter completado 9 anos. A polícia, porém, trabalha com a hipótese de o assassinato ter sido cometido antes, quando a vítima tinha 8 anos ainda.

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- LEIA MAIS: 4 adultos e 5 crianças são encontrados mortos; seis foram carbonizados

O motivo do crime revelado pela mulher, foi o fato de ela "não aceitar a separação com o pai" da criança, que ainda não foi identificado.

Ainda segundo o registro policial, a mãe esfaqueou a filha no peito, depois a cortou e colocou os pedaços do corpo em um saco plástico e numa caixa térmica. E que no dia 15 de agosto decidiu colocar as partes da menina na geladeira. No dia seguinte a mulher mudou de residência, levando a geladeira para outro imóvel com a ajuda de amigos e parentes de seu atual namorado.

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Esse namorado foi ouvido pela polícia e negou saber do crime. Contou que Ruth não o deixava entrar na casa, que ele tinha de ficar do lado de fora. Mas sentiu um "cheiro" vindo do imóvel.

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Em 26 de agosto, a mãe do namorado de Ruth, sua atual sogra, decidiu entrar na casa, enquanto a mulher estava fora, e abrir a geladeira. O aparelho estava embalado com pano e plástico. Ao rompe-los, a mulher encontrou os restos mortais de Alany. Então acionou a PM, que foi ao local e em seguida passou a procurar a Ruth, que foi detida na casa do ex-marido, que não seria o pai da menina.

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A polícia apura a data exata do crime, calculado a princípio, cerca de 20 dias atrás e se há envolvimento de outros suspeitos. O caso aconteceu na zona leste de São Paulo. Ruth tem outros dois filhos. Eles foram encontrados e entregues ao Conselho Tutelar.

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