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Mãe é condenada por deixar filha cadeirante morrer trancada em carro sob calor de 46ºC para fazer sexo

Caso ocorreu na Carolina do Sul; adolescente de 13 anos ficou presa por seis horas enquanto o casal estava sob efeito de metanfetamina

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Mãe é condenada por deixar filha cadeirante morrer trancada em carro sob calor de 46ºC para fazer sexo
Autor A menina ficou cerca de 6 horas trancada dentro do carro - Foto: Brice W. Herndon and Sons Funeral Home

A Justiça da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, condenou uma mulher a 37 anos de prisão pela morte da filha, uma adolescente cadeirante de 13 anos deixada trancada dentro de um veículo por quase seis horas. O crime, ocorrido em 2019, teve o desfecho judicial divulgado nesta semana, confirmando também a sentença de 32 anos para o namorado da acusada. Cristina Pangalangan, que era dependente de cuidados integrais e não conseguia falar, morreu após ser exposta a uma temperatura que ultrapassou os 46ºC no interior do carro.

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De acordo com as investigações e provas apresentadas pelo tribunal, o casal deixou a menina no veículo enquanto entrou na residência para manter relações sexuais. Durante o período em que a vítima esteve presa, a mãe chegou a ir até o carro para buscar cigarros, mas, como havia trancado a porta pelo lado de fora e perdido a chave original, levou vários minutos procurando a cópia reserva. Quando o veículo foi finalmente aberto, a adolescente já estava morta, e os réus não prestaram socorro imediato às autoridades.

A defesa dos condenados sustentou a tese de morte acidental, alegando que ambos acreditavam que o sistema de ar-condicionado do automóvel estivesse em funcionamento. No entanto, a acusação detalhou que o casal estava sob o efeito de metanfetamina no momento do ocorrido, fator que comprometeu o julgamento e a percepção da gravidade da situação. Além das penas por homicídio, ambos receberam condenações adicionais de 20 anos por lesão corporal grave, encerrando um caso que gerou forte comoção pela vulnerabilidade da vítima e pela negligência extrema dos responsáveis.

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