Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
INVESTIGAÇÃO

Laudo indica relação sexual e luta corporal antes da morte de PM em São Paulo

Exame sexológico confirmou presença de sêmen na vítima, contrariando depoimento de que o casal não mantinha intimidade

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Laudo indica relação sexual e luta corporal antes da morte de PM em São Paulo
Autor Policial militar Gisele Alves Santana - Foto: Reprodução

O laudo pericial da exumação do corpo da policial militar Gisele Alves Santana revelou evidências que contestam o depoimento do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, principal suspeito do crime. Os exames sexológicos confirmaram a presença de espermatozoides no canal vaginal da vítima, indicando uma relação sexual em período muito próximo ao disparo fatal. A descoberta confronta a versão do oficial, que afirmou em depoimento que o casal vivia em quartos separados e não mantinha relações íntimas desde agosto do ano anterior.

📰 LEIA MAIS: Família realiza novo sepultamento após furto de crânio de menina de 7 anos em SC

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Além do laudo sexológico, a perícia da Polícia Científica de São Paulo identificou marcas de agressão física que reforçam a tese de feminicídio. O documento descreve lesões compatíveis com pressão de dedos no rosto e no pescoço da PM, além de marcas de unha, sugerindo que houve luta corporal ou tentativa de esganadura antes do tiro na cabeça. Segundo os peritos, a dinâmica do crime aponta que o suspeito teria abordado a vítima por trás, imobilizando-a antes do disparo.

As investigações também descartaram o uso de substâncias psicoativas, já que o exame toxicológico de Gisele resultou negativo para álcool, drogas ou medicamentos. Para a Polícia Civil, as provas técnicas tornam o álibi do marido "absolutamente incompatível" com os fatos. O tenente-coronel, que inicialmente alegou que a esposa havia cometido suicídio após uma conversa sobre separação, foi indiciado e tornou-se réu por feminicídio e fraude processual.

Em nota, a defesa do tenente-coronel Geraldo Rosa Neto afirmou que o oficial tem colaborado com as investigações e que questiona a competência das jurisdições militar e comum no caso. Os advogados reiteraram que informações descontextualizadas ferem a dignidade do oficial e que aguardam a completa elucidação dos fatos perante a Justiça. O militar permanece preso desde o cumprimento dos mandados judiciais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

📲Clique aqui para entrar no nosso grupo do WhatsApp e receber nossas notícias em primeira mão

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline