Jogador do Flamengo pode ser preso por causa de pensão alimentícia
Um oficial de Justiça foi acionado para cobrar os valores de pensão em atraso, que giram em torno de R$ 23 mil mensais

O zagueiro Léo Pereira, do Flamengo, pode ser preso nas próximas 72 horas caso não cumpra uma nova determinação da Justiça relacionada à pensão alimentícia. O jogador e a ex-companheira, a influenciadora Tainá Castro, travam uma disputa judicial desde 2023, que envolve não apenas os valores de pensão, mas também questões ligadas à partilha de bens.
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De acordo com informações divulgadas pelo colunista Leo Dias, o atleta participou na tarde desta quinta-feira (28) de uma audiência no Fórum da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, ao lado da ex-esposa. Um oficial de Justiça foi acionado para cobrar os valores de pensão em atraso, que giram em torno de R$ 23 mil mensais.
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Léo Pereira e Tainá Castro são pais de Matteo, de 4 anos, e Helena, de 5. O não pagamento da pensão em atraso pode resultar na prisão do jogador caso a dívida não seja quitada no prazo determinado pela Justiça.
A disputa entre o ex-casal, porém, vai além da pensão. Em julho de 2024, Tainá acionou a Justiça para cobrar mais de R$ 1 milhão do zagueiro, alegando o descumprimento de um acordo firmado sobre a partilha de bens.
Na ocasião, o jornal O Globo noticiou que o acordo judicial previa que o jogador deveria pagar R$ 2 milhões à ex-mulher até 4 de julho de 2024. No entanto, o atleta teria depositado apenas R$ 1 milhão, valor referente ao imóvel localizado em um condomínio de alto padrão no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio, onde vivem Tainá e os filhos.
Pelo mesmo acordo, a influenciadora teria direito ainda a dois veículos que pertenciam ao casal. No processo, entretanto, ela relatou que os carros foram transferidos com tributos em aberto, obrigando-a a desembolsar R$ 43,6 mil para regularizar a situação.
Com a decisão mais recente da Justiça, o zagueiro do Flamengo terá até três dias para quitar a dívida de pensão alimentícia. Caso contrário, poderá ser conduzido à prisão.
Fonte: Metrópoles