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Incêndio no Pico das Cabras ameaça observatório e Museu de Astronomia em SP

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Um incêndio iniciado na segunda-feira, 9, segue destruindo a vegetação na Serra das Cabras, na região de Campinas, interior de São Paulo. Já foram consumidos 120 hectares de mata (área correspondente a 140 campos de futebol), segundo a Defesa Civil de Campinas. Nesta quinta-feira, 12, restavam pelo menos seis focos de fogo. Os bombeiros seguiam trabalhando para combatê-los.

Um homem de 47 anos foi preso acusado de iniciar os incêndios e, segundo a polícia, negou a acusação, mas alegou estar "descontrolado" após a morte de um filho, de 12 anos. Uma área particular onde funciona um museu astronômico foi atingida pelo fogo, mas até a publicação desta reportagem não havia detalhes sobre os estragos.

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A Serra das Cabras fica na divisa entre o distrito de Joaquim Egídio, que pertence a Campinas, e os municípios de Morungaba e Itatiba. Grande parte da serra integra uma Área de Proteção Ambiental (APA), e o trecho mais famoso é conhecido como Pico das Cabras, situado a 1.080 metros de altitude. O pico fica em Joaquim Egídio, e em sua área funcionam o Observatório Municipal Jean Nicolini, que pertence à prefeitura de Campinas, e o Museu Aberto de Astronomia, particular.

Segundo a prefeitura de Campinas, o observatório não foi atingido. O Parque Pico das Cabras, onde fica o museu, chegou a ser danificado, mas não há detalhes sobre os estragos. Nas redes sociais, o perfil do museu publicou na quarta-feira, 11, longo texto agradecendo o Corpo de Bombeiros, a prefeitura de Campinas e outros órgãos pelo auxílio no combate às chamas, além de relatar genericamente o ocorrido.

"Atuamos para preservar os ambientes estruturais do Parque, Museu e espaços próximos da mata. Apesar dos esforços, o fogo atingiu grande parte da vegetação ao redor. O nosso sentimento de dor é enorme", diz um trecho. A reportagem tentou contato com a administração do museu e aguarda retorno.

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Na terça-feira, 10, um homem de 47 anos foi preso em flagrante quando circulava por uma rodovia à margem da qual havia incêndios, carregando consigo dois frascos de substância inflamável, sacos de estopa e outros materiais que servem para atear fogo na vegetação. Conduzido ao 12º DP de Campinas, ele negou ser responsável pelos incêndios e afirmou que estava naquele trecho porque costumava passear por ali com um filho de 12 anos, que morreu em abril vítima de meningite.

Disse ainda que desde a morte do filho está descontrolado, inclusive porque está com câncer nos testículos. Na quarta-feira ele foi submetido a audiência de custódia e sua prisão foi transformada em preventiva. O rapaz é suspeito de causar vários incêndios na região.

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