Homem se passa por jogador de futebol e dá calote em hotel de luxo
O suspeito, que se identifica como Marcos Vitor, é acusado de estelionato e se apresenta como jogador do Atlético Mineiro
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Um homem que se hospedou sem pagar um hotel de luxo em Belo Horizonte, em Minas Gerais, é investigado pela Polícia Civil. O suspeito, que se identifica como Marcos Vitor, é acusado de estelionato e se apresenta como jogador do Atlético Mineiro. O prejuízo em um dos hotéis em que ele ficou hospedado foi de R$ 3,5 mil.
Conforme um boletim de ocorrência, registrado em abril deste ano, as despesas seriam referentes às diárias e ao consumo no restaurante do hotel. O documento relata que ele reservou a hospedagem entre os dias três e cinco de abril, com o custo de R$ 609, e depois pediu a prorrogação até dia onze do mesmo mês, totalizando todo o valor de despesas. "O senhor Marcos Vitor solicitou a prorrogação da sua estadia até o dia onze, alegando que era jogador de futebol e estava realizando testes no Clube Atlético Mineiro", descreve o boletim.
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Ainda segundo o documento, o homem tentou fazer o pagamento com o cartão de crédito, mas não foi autorizado pela bandeira do cartão. Ele solicitou, então, a chave PIX do Hotel para que sua mãe que, segundo o boletim de ocorrência, reside na Suécia fizesse o pagamento. A quitação da despesa não foi possível porque a responsável "não tem acesso a essa ferramenta financeira", conforme aponta o documento.
Após a impossibilidade, o homem sugeriu fazer o pagamento via TED - Transferência Eletrônica Disponível. O dinheiro, que estaria na conta dele, seria transferido para a conta do hotel. Após a operação, a funcionária entrou em contato com a agência bancária do hóspede e foi informada de que o valor seria creditado em até seis horas.
"Como o senhor Marcos realizou todo procedimento de pagamento no computador do hotel e imprimiu o comprovante de depósito, a funcionária liberou o acesso ao quarto do hóspede para a retirada dos seus pertences", informa o boletim de ocorrência. No entanto, após o prazo informado pelo banco, o pagamento não foi realizado. A funcionária consultou o histórico do hóspede no sistema de hotéis e verificou que ele tem registro de inadimplênvia em diversos estabelecimentos pelo país.
Com informações de O Tempo.
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