Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Febre amarela: feriado de carnaval preocupa secretário de Saúde de SP; entenda

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A aproximação do feriado de carnaval, que ocorre nos primeiros dias de março, preocupa a Secretaria Estadual de Saúde diante do avanço da febre amarela, com 12 casos e oito óbitos em São Paulo.

"O ecoturismo está na moda, que é justamente pessoas entrando na mata. Todas as contaminações de febre amarela (de SP) são de pessoas que, em algum momento, estiveram em mata e ali foram contaminadas", explicou o secretário Eleuses Paiva nesta segunda-feira, 17.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A febre amarela tem dois diferentes ciclos de transmissão. No silvestre, o vírus circula entre primatas (macacos) e mosquitos silvestres do gênero Haemagogus e Sabethes, e humanos podem ser infectados ao adentrarem áreas de mata e serem picados por esses mosquitos.

No ciclo urbano, o mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite dengue, zika e chikungunya, pode espalhar a doença em áreas urbanas, picando uma pessoa infectada e, depois, transmitindo o vírus a outros indivíduos.

Por ora, o que se desenha é um ciclo silvestre. Desde o ano passado, a secretaria registrou 30 casos do que é chamado epizootia de febre amarela nas regiões de Ribeirão Preto, Campinas, Barretos e Osasco, de acordo com informações da secretaria. Isso significa que 30 primatas não humanos foram encontrados mortos nessas localidades e, posteriormente, quando eles foram examinados, detectou-se contaminação pelo vírus da febre amarela. "As epizootias servem para sinalizar a presença do vírus, principalmente em matas", explicou Paiva.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A principal medida de proteção contra a febre amarela é a vacinação. Nenhuma das oito vítimas fatais da doença no Estado estavam vacinadas.

Atualmente, o calendário vacinal prevê uma dose do imunizante aos 9 meses de idade e outra, aos 4 anos. Em pessoas com mais de 5 anos não vacinadas previamente, utiliza-se o esquema de dose única. O imunizante é oferecido gratuitamente em postos de saúde de todo o País.

"Não entre em região rural ou de mata sem estar vacinado", orienta o secretário. Ele lembra que os pacientes precisam ter em mente que a vacina contra a febre amarela começa a oferecer proteção apenas cerca de 10 dias após a aplicação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com o secretário, aproximadamente 5 milhões de pessoas no Estado de São Paulo ainda precisam se imunizar contra a doença.

Aqueles que ainda não receberam o imunizante contra a febre amarela, não possuem a carteira de vacinação ou têm dúvidas se foram vacinados, devem buscar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima, orienta a secretaria estadual de Saúde.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV