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Família denuncia negligência após encontrar larvas em paciente que morreu em hospital de BH

Lilian Gomes, de 39 anos, estava intubada no Hospital Odilon Behrens; parentes gravaram vídeo dos parasitas dias antes do óbito

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Família denuncia negligência após encontrar larvas em paciente que morreu em hospital de BH
Autor A mulher faleceu nesta segunda-feira (26) - Foto: Reprodução/ Arquivo Pessoal

A família de Lilian Batista Gomes, de 39 anos, acusa o Hospital Municipal Odilon Behrens, em Belo Horizonte, de negligência médica após encontrar larvas na boca e no nariz da paciente enquanto ela estava internada no Centro de Terapia Intensiva (CTI). Lilian, que tratava uma pneumonia e convivia com paralisia cerebral, faleceu na manhã desta segunda-feira (26) vítima de choque séptico.

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A descoberta dos parasitas ocorreu no sábado (24), dois dias antes do óbito. Durante uma visita, o pai da paciente notou algo estranho e alertou a neta. Segundo a advogada da família, Tereza Grossi, as larvas estavam visíveis, mas parcialmente escondidas pelo esparadrapo da intubação. Os familiares registraram a situação em vídeo e procuraram a Polícia Civil para registrar um Boletim de Ocorrência.

Acusações de falta de higiene

A defesa alega que a presença das larvas evidencia falha nos protocolos de higiene. "Foi gritante. Se a equipe tivesse realizado a higiene bucal corretamente, certamente teriam visto e isso não teria acontecido", afirmou a advogada.

Ainda segundo a denúncia, houve tentativa de abafar o caso dentro da unidade. Um médico teria pedido à família que não formalizasse a denúncia para não prejudicar sua carreira. "Ninguém assumiu a responsabilidade", completou Grossi, afirmando que a família processará o município.

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O que diz o hospital

Em nota, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) classificou o caso como um "episódio pontual" e informou que abriu um processo administrativo interno para apuração.

O Executivo municipal defendeu que o Hospital Odilon Behrens segue rigorosamente os protocolos, incluindo higiene bucal a cada 12 horas em pacientes intubados. A nota ressalta ainda que a unidade possui telas de proteção nas janelas, cortinas de vento e realiza limpeza frequente nos sistemas de ar-condicionado. A direção do hospital informou que se reuniu com a família no domingo (25) e permanece à disposição das autoridades.


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