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Falta de acesso a água e saneamento evidencia desigualdade social, diz Simone Tebet

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A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse nesta segunda-feira, 22, que a falta do acesso à água saneamento e higiene é uma das dimensões mais visíveis da desigualdade social e um dos elementos centrais para o desenvolvimento sustentável. De acordo com a ministra, o Brasil tem 32 milhões de pessoas sem água tratada e 90 milhões sem tratamento de esgoto.

A ministra afirmou que foram incluídos indicadores para segurança hídrica e saneamento básico no PPA (Plano Plurianual) e, também, foram incluídas metas para o setor através do Orçamento.

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O governo brasileiro, citou, tem como meta garantir segurança hídrica a 98,3% de domicílios urbanos e 78,7% de domicílios rurais até 2027. Quanto à rede de esgoto, a meta, para o mesmo ano, é atingir 87,7% dos domicílios.

Para ela, o atingimento da meta relativa ao abastecimento e saneamento exige priorização política e mobilização conjunta dos setores, "não só dos órgãos públicos, mas do setor privado e da sociedade civil em nível nacional e internacional".

"Portanto, se faz urgente que possamos aqui unir esforços para acharmos alternativas para diminuirmos essa triste realidade."

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"Dentro dos programas e projetos que estamos aptos a aprovar no setor público com financiamento externo, uma das prioridades é a verificação de ações voltadas à universalização do saneamento básico", disse.

A ministra participa de encontro ministerial do Grupo de Trabalho nesta segunda-feira, no Rio. A reunião é focada no acesso a água e saneamento. O grupo, que é parte da Trilha de Finanças do G20, abrange também a redução da fome, pobreza, desigualdade e mudanças climáticas.

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