Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
PRECARIEDADE

Fábrica de quentinhas é interditada com animais na cozinha e paredes com mofo

Comércio funcionava sem alvará e sem controle de pragas, permitindo livre acesso de animais à cozinha, detalhou o chefe da Vigilância Sanitária

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Fábrica de quentinhas é interditada com animais na cozinha e paredes com mofo
Autor O estabelecimento poderá ser multado em até R$ 38 mil - Foto: Divulgação

A Vigilância Sanitária de Maceió (Visa) interditou, nesta segunda-feira (23), um estabelecimento que vendia "quentinhas". A medida extrema foi tomada após os fiscais constatarem um cenário de precariedade na higiene do local, o que resultou no fechamento imediato do comércio. Os responsáveis foram notificados e podem enfrentar uma multa de até R$ 38 mil caso não solucionem os problemas encontrados.

📰 LEIA MAIS: Morte de cadela com coração arrancado em Califórnia pode ser intimidação contra mulher, diz polícia

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Durante a operação de rotina, a equipe de inspeção se deparou com diversas violações que colocavam em risco direto a saúde dos consumidores. O ambiente de manipulação de alimentos era frequentado por animais que transitavam livremente pelo espaço, e marmitas prontas para o consumo chegaram a ser flagradas armazenadas de forma improvisada em cima de um sofá. Além das questões de infraestrutura, que incluíam paredes tomadas por mofo, os fiscais apreenderam produtos estragados e fora da validade, como charque e queijo coalho, e constataram que os insumos utilizados na produção diária eram mantidos em temperaturas inadequadas.

A documentação obrigatória para o funcionamento da cozinha industrial também não estava em dia, o que agravou a situação dos responsáveis pelo negócio. O chefe especial da Visa, Airton Santos, detalhou o balanço da fiscalização: “Além das falhas graves, os representantes do estabelecimento não possuíam em mãos o alvará sanitário, o certificado de controle de pragas nem o comprovante de curso de boas práticas sanitárias”.

Após a interdição, os proprietários receberam um prazo legal de até 30 dias para se adequarem a todas as exigências sanitárias e solicitarem uma nova vistoria para a desinterdição. O descumprimento das normas e a não regularização do espaço acarretarão a abertura de um processo administrativo, cujas penalidades financeiras variam de R$ 180 a R$ 38 mil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

📲Clique aqui para entrar no nosso grupo do WhatsApp e receber nossas notícias em primeira mão

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV