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EUA suspendem entrevistas para vistos de estudantes. Como isso afeta brasileiros?

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, congelou o agendamento de entrevistas para análise e liberação de vistos para estudantes estrangeiros. Aqueles que já têm a entrevista agendada poderão fazê-la normalmente na data e horário marcados, mas novas datas estão suspensas por tempo indeterminado. A exigência de Trump é que seja feita uma triagem nas redes sociais de todos os candidatos a estudar nos EUA para analisar posts e comentários, o que já muda no Brasil o comportamento das agências de intercâmbio.

Na Daqui pra Fora, o aconselhamento neste momento é de que os clientes excluam e evitem postagens políticas nas redes sociais. "Uma orientação que nós fizemos é para que eles não postem nada que seja controverso e que possa ser interpretado de uma maneira negativa. E que também apaguem qualquer tipo de post ou não se engajem em algo que possa ser visto como negativo no processo de visto que eles vão ter em breve", diz Felipe Fonseca, fundador e CEO da empresa.

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Para ele, os mais afetados pela suspensão do agendamento de entrevistas são os estudantes que têm previsão de iniciar o ano letivo de graduação nos Estados Unidos agora no segundo semestre. Isso porque as aulas nas universidades americanas começam em agosto ou setembro, a depender da instituição. Ou seja, se não conseguirem agendar a entrevista e tirar o visto até a data de início, precisarão aguardar o começo do próximo período para começarem a graduação.

Estudantes que já têm cursos agendados e comprados para os próximos meses e ainda não marcaram a entrevista também correm risco de perder parte do curso ou precisar remanejar os planos. Já os que participam de cursos de curta duração, como as escolas de verão ou programas "pre-college", normalmente realizados durante as férias de julho, viajam ao país com o visto de turista e não devem sofrer impactos caso esse visto já tenha sido tirado.

Os EUA tinham 1,1 milhão de estudantes estrangeiros em 2023-2024, segundo o Departamento de Estado.

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As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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