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Entregadores em greve fazem 'motociata' de protesto pelas ruas de SP

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Entregadores por aplicativo realizaram uma motociata de protesto na manhã desta segunda-feira, 31, pelas ruas de São Paulo. Com greve nacional decretada para esta segunda e terça, 1º, a categoria reivindica aumento nas taxas pagas aos trabalhadores por viagem, limitação de quilometragem para bicicletas e garantia de pagamento integral dos pedidos, mesmo em entregas agrupadas na mesma rota.

Os motoboys se concentraram em praças próximas a shoppings na região sul de São Paulo e foram até o centro de Barueri e Osasco, na região metropolitana, onde fica a sede do iFood, principal tomador de serviço. Depois, passaram pela Marginal Pinheiros e finalizaram o ato às 14h30, em frente ao Shopping Eldorado, em Pinheiros, na zona oeste da capital.

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Em nota, o iFood, principal empresa de delivery no Brasil e alvo dos entregadores no protesto, afirma que "respeita o direito à manifestação pacífica e à livre expressão dos entregadores e entregadoras" e diz estar "estudando a viabilidade de reajuste para 2025". Informa ainda que o ganho bruto por hora trabalhada na plataforma "é quatro vezes maior do que o ganho do salário mínimo-hora nacional".

"Há 10 anos, não aumentam valor de entrega, pelo contrário, só diminuíram, causando prejuízo enorme na renda salarial dos trabalhadores enquanto ficam milionárias", afirmam o Sindicato dos Mensageiros, Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas Intermunicipal do Estado de São Paulo (SindimotoSP), um dos líderes da manifestação.

"Os registrados em CLT tiveram aumento nos ganhos salariais de quase 99% (no período de 10 anos) enquanto os entregadores de aplicativos amargaram redução de quase 72%", justifica a categoria.

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Veja quais são as reivindicações:

-Definição de taxa mínima de R$ 10 por corrida;

-Aumento no valor do km rodado de R$ 1,50 para R$ 2,50;

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-Limitação de 3 km para entregas feitas por bicicletas;

-Garantia de pagamento integral dos pedidos, mesmo em entregas agrupadas na mesma rota

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