Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
PANDEMIA

Entidades defendem que governos priorizem retomada das aulas

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Entidades defendem que governos priorizem retomada das aulas
Autor Foto: Reprodução

Os governos devem priorizar a continuidade da educação e o fechamento de instituições escolares só deve ser considerado quando não houver outras alternativas. Essas orientações são do guia atualizado com protocolos sanitários e medidas de segurança contra a disseminação do novo coronavírus na volta às aulas - publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e Cultura (Unesco) na segunda-feira, 14.

De acordo com o documento, o objetivo é ajudar governos e educadores a tomarem decisões sobre o funcionamento das escolas com a maior segurança possível durante a pandemia. A prioridade é "a continuidade da educação das crianças para o bem-estar geral, saúde e segurança", ressalta o texto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O guia considera ainda que a retomada do ensino deve ser realizada com um plano detalhado de protocolos, que inclui principalmente: distanciamento social, limitação do número de pessoas - com modificações de horários e revezamentos de turmas -, uso de máscaras, medidas de higiene, plano de ventilação adequada e cuidados com alunos, professores e funcionários que possam estar doentes.

As entidades explicam que, do ponto de vista da saúde pública, a decisão de fechar ou reabrir escolas deve ser orientada por uma abordagem baseada no risco, levando em consideração a transmissão da covid-19 em nível local; a capacidade das instituições de ensino de adaptar seu sistema para operar com segurança; o impacto do fechamento de escolas na perda da educação, equidade, saúde geral e bem-estar das crianças; e a gama de outras medidas de saúde pública implementadas fora da escola.

"As decisões sobre o fechamento total ou parcial ou reabertura devem ser tomadas com base no nível local de transmissão de SARS-CoV-2 e na avaliação de risco, bem como em quanto a reabertura de ambientes educacionais pode aumentar a disseminação na comunidade. O fechamento de instalações educacionais só deve ser considerado quando não houver outras alternativas", diz o documento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No fim de agosto, a OMS já havia declarado que as escolas não são o motor principal de transmissão da covid-19. "Até agora sabemos que o ambiente escolar não é um fator preponderante na pandemia. Mas há cada vez mais publicações que reforçam as evidências de que as crianças têm um papel na contaminação, embora mais vinculada a encontros sociais", disse o diretor regional para a Europa, Hans Kluge, durante coletiva de imprensa.

Na época, a organização frisou também que as instituições de ensino deveriam aplicar os mesmos protocolos gerais de higiene e distanciamento social, mas dependendo da fase da pandemia em que a comunidade estivesse inserida, "medidas adicionais" precisariam ser implementadas.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline