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Entenda decisão que ampliou o ensino remoto para 2021

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Entenda decisão que ampliou o ensino remoto para 2021
Autor Foto: Pexels

Na última terça-feira (6), o Conselho Nacional de Educação (CNE), aprovou uma resolução que permite a continuidade do ensino remoto nas escolas públicas e particulares do país até 31 de dezembro de 2021 e recomendou que as instituições de ensino não deem faltas aos alunos nesse período de pandemia.

A resolução causou muitas dúvidas na população e for motivo de vários comentários, muitos se posicionaram contra a resolução, outros apoiaram e concordaram com as medidas. A resolução ainda precisa do aval do Ministério da Educação (MEC).

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Confira os tópicos da resolução:

O que foi aprovado pelo CNE?

O CNE aprovou uma resolução que estendeu a permissão de atividades remotas até o fim de 2021. As diretrizes valem para todas as redes do país, desde a educação básica até o Ensino Superior, sejam elas públicas, privadas ou comunitárias. As medidas não são obrigatórias. O texto regulamenta uma medida provisória do governo, depois convertida em lei, que flexibilizou o ano letivo, permitindo que as atividades online possam ser contadas como carga horária do ano letivo.

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Não haverá mais aulas presenciais em 2021?

O CNE não proibiu as aulas presenciais nem adiou o retorno das escolas programado em cada Estado neste ano. O que mudou é que, agora, estão autorizadas as atividades online até dezembro de 2021 e cabe a cada rede de ensino optar pela resposta que considerar melhor. Na rede pública, a decisão caberá a Estados e municípios. Na rede particular, a cada instituição.

O que significa juntar os anos letivos de 2020 e 2021?

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A ideia de fundir os anos letivos de 2020 e 2021 significa que parte do conteúdo deste ano seria visto no próximo, junto ao do ano seguinte. Muitos estudantes devem se preparar para um ano letivo que deve começar antes e pode continuar até depois do que o normal. Oficialmente, a resolução recomendou que as redes de ensino adotem "anos escolares contínuos", unindo a série em que o estudante está em 2020 com a próxima. A medida visa "evitar o aumento da reprovação do final do ano letivo de 2020".

"O reordenamento curricular do que restar do ano letivo de 2020 e o do ano seguinte pode ser reprogramado, aumentando-se os dias letivos e a carga horária do ano de 2021 para cumprir, de modo contínuo, os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento previstos no ano letivo anterior", diz o documento.

As escolas não poderão reprovar alunos nesse período?

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Apesar de não impedir a reprovação em 2020, a decisão recomenda que os sistemas de ensino não retenham os estudantes. Se houver avaliação, a sugestão é usar métodos como trabalhos e pesquisas no lugar das provas tradicionais. Não vai haver exigência de registro de presença nem orientação para a aprovação ou reprovação. A principal preocupação ao reduzir a reprovação é evitar a evasão dos alunos, que tende a aumentar bastante após a pandemia.

É possível a criação de um 4° ano do Ensino Médio?

O texto abre essa possibilidade. O CNE recomenda que sejam abertas “turmas suplementares” só para estudantes que estavam no 3° ano do Ensino Médio durante a pandemia e optarem pelo reforço em 2021. A escolha, neste caso, é do próprio aluno, mas também depende da decisão de cada instituição em disponibilizar ou não as turmas recomendadas.

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Qual o papel do CNE?

O CNE é responsável por formular e avaliar a política nacional de educação, zelar pela qualidade do ensino, velar pelo cumprimento da legislação educacional e assegurar a participação da sociedade no aprimoramento da educação brasileira.

O conselho tem autonomia para definir os rumos da educação brasileira?

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O conselho é composto por duas câmaras, cada uma com 12 conselheiros: a de educação básica e do Ensino Superior. Em geral, a presidência do conselho é alternada entre representantes das duas câmaras. A ação do conselho e de suas câmaras se dá por meio da elaboração de pareceres e resoluções. As decisões precisam ser homologadas pelo MEC para serem válidas.


Com informações: GHZ.

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