Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
CIÊNCIA

Derretimento de geleiras pode causar próxima pandemia; entenda

Estudo realizado no Círculo Ártico mostra que vírus e bactérias "adormecidos" há séculos podem ser reativados

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Derretimento de geleiras pode causar próxima pandemia; entenda
Autor Estudo realizado no Círculo Ártico mostra que vírus e bactérias "adormecidos" há séculos podem ser reativados - Foto: Reprodução/Twitter

Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Ottawa, no Canadá, mostra que a próxima pandemia pode ser provocada pelo aquecimento global, por meio do degelo das calotas polares.

O aumento das temperaturas pode despertar vírus e bactérias “adormecidos” há séculos em geleiras, levando a um transbordamento viral – situação na qual ocorre a infecção de um novo hospedeiro pela primeira vez.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

“À medida que as temperaturas estão subindo, o risco de transbordamento nesse ambiente específico está aumentando”, informou o biólogo Stéphane Aris-Brosou, principal autor do estudo, ao jornal The Guardian.

-LEIA MAIS: Estudo diz que potes de temperos têm mais bactérias que latas de lixo

Em artigo publicado na revista Proceedings of the Royal Society B, os estudiosos deram detalhes de análises feitas em amostras do solo e sedimentos do Lago Hazen, o maior lago de água doce do Ártico no mundo. O local recebe água de geleiras em processo de descongelamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao realizarem o sequenciamento das amostras, foi possível encontrar material genético semelhante ao de vírus conhecidos, bem como de possíveis hospedeiros animais e vegetais.

Cálculos feitos pelos pesquisadores mostram que o risco de vírus e bactérias “despertarem” aumenta em regiões com grande fluxo de água de degelo glacial. No entanto, Aris-Brosou pondera que, enquanto os vírus e seus vetores não estiverem simultaneamente presentes no mesmo ambiente, a probabilidade de que eventos dramáticos ocorram permanece baixa.

Informações são do site Metrópoles.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline