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Dengue: Cidade do interior de SP decreta emergência e cogita hospital de campanha

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O prefeito de São José do Rio Preto (SP), Fábio Candido (PL), decretou estado de emergência com a proximidade de 30 mil casos de dengue no município desde o ano passado. De acordo com dados da Secretaria de Saúde da cidade, 11 pessoas morreram em decorrência da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti em 2024. Atualmente, pouco mais de 6,4 mil casos estão sob investigação.

Um Centro de Hidratação Ampliado, uma espécie de hospital de campanha, pode ser aberto nas próximas semanas para atendimento de pacientes, caso os números da doença continuem a crescer.

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O número de mortes nos últimos 12 meses é o segundo maior em uma década e se iguala a 2015 - ficando atrás apenas de 2019, quando Rio Preto registrou 19 óbitos pela doença.

O secretário de Saúde, Rubem Bottas Neto, afirmou durante coletiva de imprensa nesta sexta-feira, 3, que os vírus identificados da doença são os tipos 2 e 3, que são considerados mais graves. Ele citou também uma lei do município que permite a entrada em imóveis fechados para ações de combate à dengue. "Será realizado (entrada em imóveis fechados), se necessário", disse Bottas.

Em uma tentativa de conter os casos, o governo Candido decidiu realizar um mutirão de limpeza a partir deste sábado, 4. Em documento distribuído entre as secretarias, o planejamento prevê a "limpeza de 600 áreas verdes públicas, 400 praças e 100 áreas com ocorrência de descarte irregular, além dos 15 pontos de apoio com destinação final de resíduos", diz trecho do documento.

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Serão 112 funcionários da Prefeitura de Rio Preto para o mutirão oriundos das secretarias de Serviços Gerais, Agricultura, Meio Ambiente, Esportes e da Empresa Municipal de Urbanismo.

Prefeito não descarta pedir ajuda para Tarcísio

O prefeito Fábio Candido afirmou que, por enquanto, o município tem estrutura para enfrentar a situação sem aporte dos governos estadual e federal. "Vamos acompanhar a execução orçamentária para saber se precisaremos de maiores aportes. Pela projeção, temos condições de adotar as medidas, mas se tivermos necessidade, já temos a sinalização positiva (do governo Tarcísio de Freitas)", afirmou. Candido disse ainda ter aberto diálogo com a bancada de deputados federais da região.

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