Criança é ferida por bala de borracha em operação da PM
Os policiais lançaram bombas de efeito moral e em seguida fizeram disparos de balas de borracha, e um dos tiros atingiu a criança
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Uma criança de 11 anos foi atingida pela Polícia Militar do Distrito Federal no último sábado (05) na região do QS 6 do Areal, também conhecido como Curral, no DF.
A menina teve ferimento na perna ao ser atingida por uma bala de borracha.
Câmeras de segurança flagraram o momento em que houve uma confusão entre moradores do barri e os PMs, e no meio de muitos gritos, os policiais lançaram bombas de efeito moral e em seguida fizeram disparos de balas de borracha, e um dos tiros atingiu a criança.
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O fato aconteceu durante uma operação da PMDF contra o tráfico de drogas na região, e de acordo com informações prestadas pela equipe, foram apreendidos: maconha, cocaína, facas, celular, dinheiro em espécie e simulacro de arma de fogo com um homem, que foi detido.
Testemunhas informaram que o homem detido também foi baleado na região da virilha, tendo sido socorrido pelos bombeiros e posteriormente encaminhado ao hospital.
A tia da criança atingida conto que a perna da menina está inchada e com um grande hematoma, afirmando que outras crianças que residem no local também passaram mal em decorrência do gás lacrimogênio e do spray de pimenta utilizados pelos policiais.
“Minha filha desmaiou. Depois de ela acordar, procuramos a delegacia para registrar boletim de ocorrência em nome da minha sobrinha”, contou.
“Há dois meses mais ou menos, os novos policiais militares [que recentemente ingressaram na corporação] aparecem aqui e nos tratam com total truculência. Moro aqui há 12 anos e nunca tinha visto o que aconteceu nesse sábado. Foram cenas de filme de terror. Além de crianças, grávidas também foram atacadas por eles [PMs]”, disse.
E continuou dizendo que a confusão teve início após os moradores ouvirem os tiros que atingiram o rapaz detido; “Saímos. Pessoas pediram para pararem com a truculência na região e aí começaram os disparos. Eles nos xingam, agridem. Isso precisa parar”, finalizou a mulher.
O indivíduo segue internado Hospital de Base sem risco de morte.
Informações: Metrópoles
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