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Covid: novo sintoma já atinge dois terços dos infectados; saiba qual é

Febre e perda do olfato se tornaram raras nos novos pacientes diagnosticados com o vírus

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Covid: novo sintoma já atinge dois terços dos infectados; saiba qual é
Autor Ela tem se tornado um sintoma dominante da infecção por Covid-19 - Foto: Pixabay

Se no decorrer da pandemia de coronavírus a febre, dor de cabeça e a perda de olfato eram sintomas consistentes da Covid-19, os novos pacientes infectados pela doença já mostram outro sinal de alerta: a dor de garganta. Com informações de O Globo.

Ela tem se tornado um sintoma dominante da infecção por Covid-19, começando em até dois terços dos novos casos da doença. O motivo é uma preocupação para especialistas de saúde em meio a queda de casos, visto que muitas pessoas podem estar adquirindo o vírus, espalhando-o e não perceberem à medida que os sinais da doença mudam.

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“Muitas pessoas ainda estão usando as diretrizes do governo sobre os sintomas, que estão erradas. Os casos agora começam com uma dor de garganta, febre e perda de olfato são realmente raras agora, então muitos idosos podem não pensar que têm Covid. Eles diriam que é um resfriado e não seriam testados”, afirmou Tim Spector, professor de epidemiologia genética do King's College London, ao jornal britânico, The Independent.

No Reino Unido, as infecções por Covid-19 aumentaram 14% no final de setembro, de acordo com dados do Escritório de Estatísticas Nacionais do Reino Unido. Mais de 1,1 milhão de pessoas testaram positivo durante a semana que terminou em 20 de setembro — acima dos 927.000 casos da semana anterior. Os números continuam a aumentar na Inglaterra e no País de Gales, com uma tendência incerta na Irlanda do Norte e na Escócia.

As pessoas com 65 anos ou mais foram as mais atingidas, mostram os dados, com os casos aumentando 9% em relação à semana anterior. As hospitalizações permanecem estáveis por enquanto, embora 14 dos 27 países da região europeia tenham notado uma tendência ascendente.

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Nos Estados Unidos, os números da doença continuam apresentando queda. De acordo com a última atualização do Centro de Controle e Prevenção de Doenças americano (CDC), cerca de 47.000 casos estão sendo relatados a cada dia — uma redução de 13% em relação à semana anterior. As internações e mortes também caíram, cerca de 7% e 6%, respectivamente.

“Os reforços bivalentes ajudam a restaurar a proteção que pode ter diminuído desde a sua última dose. Quanto mais pessoas se mantiverem em dia com as vacinas, mais chances teremos de evitar um possível aumento da doença COVID-19 no final deste outono e inverno”, escreveu o CDC.

No Brasil foram registradas 110 mortes por Covid-19 na terça-feira. O número registrado é 26% maior que cálculo de duas semanas atrás, o que demonstra tendência de alta após 79 dias de estabilidade ou queda.

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Com informações de O Globo.

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