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COP30/BNDES: Arco da Restauração mobiliza R$ 2,4 bi, dobro do contratado pelo banco

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A iniciativa Arco da Restauração, parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima que visa recuperar áreas degradadas e criar um cinturão verde de proteção na Amazônia, já mobilizou R$ 2,43 bilhões até o início da COP30. O valor representa mais que o dobro dos recursos contratados pelo banco para projetos da iniciativa (R$ 1,165 bilhão).

Os números foram apresentados pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, durante uma mesa da COP30 nesta quarta-feira, 12. Estiveram presentes também a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e o climatologista Carlos Nobre, integrante do Conselho de Administração do BNDES.

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A meta é recuperar 6 milhões de hectares até 2030, alcançando 24 milhões de hectares até 2050, em uma faixa conhecida como "Arco do Desmatamento", que se estende do Maranhão ao Acre. Essa área, que corresponde ao tamanho do Estado de São Paulo, requer investimentos da ordem de dezenas de bilhões de dólares, em recursos provenientes de setores nacionais e internacionais, privados e públicos.

Setor florestal

Mercadante destacou também a atuação do BNDES no setor florestal. Nos últimos dois anos e meio, foram R$ 7 bilhões mobilizados, sendo R$ 5,7 bilhões em crédito e R$ 1,3 bilhão em recursos não reembolsáveis.

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O montante compreende recursos do Fundo Clima Florestas, do Fundo Amazônia, do Fundo Socioambiental do BNDES e de empresas tomadoras de créditos, governos e empresas e bancos multilaterais que se tornaram parceiros do BNDES nos projetos de investimento e nos projetos não reembolsáveis estruturados pelo banco.

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