Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
BANDEIRA TARIFÁRIA

Conta de energia elétrica ficará mais cara em julho

Com isso, haverá cobrança adicional no valor, deixando o preço da energia elétrica mais caro para famílias e empresas

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Conta de energia elétrica ficará mais cara em julho
Autor Conta de luz ficará mais cara; governo aciona bandeira amarela para tarifas de energia de julho. - Foto: Aneel

A conta de luz ficará mais cara em julho. Isso porque o governo vai adotar a bandeira amarela para tarifas de energia. Essa será a primeira vez desde abril de 2022, o governo acionou a bandeira amarela para tarifas de energia elétrica. Com isso, haverá cobrança adicional no valor, deixando o preço da energia elétrica mais caro para famílias e empresas.

O comunicado foi publicado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira, 28 de junho. Nos últimos 26 meses, a bandeira permaneceu verde. Ou seja, sem necessidade de acréscimo na conta. Com a bandeira amarela, a tarifa aumenta em R$ 1,88 a cada 100 kilowatt-hora (kWh). O consumo médio em uma casa brasileira na zona urbana é de aproximadamente 150 kWh a 200 kWh (sem ar-condicionado).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Falta de chuva é fator de adoção da bandeira amarela

Em nota, Aneel explicou os fatores que levaram à adoção da bandeira amarela. A bandeira amarela foi acionada em razão da previsão de chuvas abaixo da média até o final do ano (em cerca de 50%) e pela expectativa de crescimento da carga e do consumo de energia no mesmo período.

Esse cenário de escassez de chuvas, somado ao inverno com temperaturas superiores à média histórica do período, faz com que as termelétricas, com energia mais cara que hidrelétricas, passem a operar mais. Portanto, os fatores que acionaram a bandeira amarela foram o GSF (risco hidrológico) e o aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), visto que atualmente não há despacho fora da ordem do mérito (GFOM) decidido pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Conforme a Aneel, o sistema de bandeiras — além da verde e da amarela há a vermelha, mais cara — estimula o próprio consumidor a controlar sua tarifa, economizando energia e, assim, diminuindo a necessidade do sistema todo de acionar as termelétricas.

“Essa é a primeira alteração na bandeira desde abril de 2022. Ao todo, foram 26 meses com bandeira verde. Com o sistema de bandeiras, o consumidor consegue fazer escolhas de consumo que contribuem para reduzir os custos de operação do sistema, reduzindo a necessidade de acionar termelétricas”, escreveu a agência.

Bandeira amarela mais barata

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em março, a Aneel aprovou a redução de até 37% nos valores das bandeiras tarifárias. Com esse ajuste, os preços ficaram assim:

  • Bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra;
  • Bandeira amarela (condições menos favoráveis) – redução de 37% em relação ao valor anterior. A tarifa será de R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora) utilizado; ou R$ 1,88 a cada 100kWh.
  • Bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – redução de 31% em relação ao valor anterior. A tarifa será de R$ 44,63 por MWh utilizado; ou R$ 4,46 a cada 100 kWh.
  • Bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – redução de 20% em relação ao valor anterior. A tarifa será de R$ 78,77 por MWh utilizado; ou R$ 7,87 a cada kWh.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline