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Com rosas brancas, familiares se despedem de menino morto por secretário em Itumbiara

Miguel Araújo Machado, de 12 anos, foi enterrado nesta quinta-feira (12); irmão de 8 anos segue em estado gravíssimo após ataque

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Com rosas brancas, familiares se despedem de menino morto por secretário em Itumbiara
Autor Thales Machado, de 40 anos, atirou contra os dois filhos - Foto: Redes Sociais

O corpo de Miguel Araújo Machado, de 12 anos, foi sepultado no fim da tarde desta quinta-feira (12), no Cemitério Avenida da Saudade, em Itumbiara (GO). O menino foi vítima de um ataque a tiros desferido pelo próprio pai, Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, na noite de quarta-feira (11). Miguel era neto do prefeito da cidade, Dione Araújo (União Brasil).

LEIA MAIS: PCGO corrige versão inicial: secretário matou um filho e deixou outro em estado gravíssimo

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A cerimônia de despedida, marcada por rosas brancas lançadas por crianças sobre o túmulo, ocorreu sob forte comoção de familiares e amigos na casa do avô materno. A mãe do garoto, Sarah Araújo, e o prefeito acompanharam o funeral. Uma segunda vítima, o irmão mais novo de Miguel, de apenas 8 anos, também foi baleado e permanece internado em estado gravíssimo no Hospital Estadual de Itumbiara São Marcos.

O autor dos disparos, Thales Machado, ocupava o cargo de secretário de Governo do município e era genro do prefeito. Segundo as investigações preliminares da Polícia Civil, ele atirou contra os dois filhos dentro do condomínio onde a família residia e, na sequência, tirou a própria vida.

Pouco antes do crime, o secretário chegou a publicar mensagens de afeto aos filhos nas redes sociais. No entanto, ele também deixou uma carta de despedida endereçada a familiares e amigos. No texto, Thales mencionou dificuldades no casamento de 15 anos e pediu perdão pelo ato, afirmando estar agindo no que chamou de "limite do improvável".

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O caso é tratado pelo Grupo de Homicídios de Itumbiara como homicídio consumado, tentativa de homicídio e autoextermínio. Em nota oficial, a Polícia Civil informou que o inquérito já foi instaurado e que, até o momento, não existem indícios de participação de terceiros no crime. As autoridades buscam agora esclarecer os detalhes técnicos da dinâmica ocorrida dentro da residência.


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