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Cão Orelha: corpo é exumado para nova perícia detalhar causa da morte

Ao longo das investigações, 24 testemunhas foram ouvidas e oito adolescentes chegaram a ser apurados

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Cão Orelha: corpo é exumado para nova perícia detalhar causa da morte
Autor O cão Orelha, vítima de maus-tratos na Praia Brava - Foto: Reprodução

O corpo do cão Orelha, vítima de maus-tratos na Praia Brava, em Florianópolis, foi exumado na quarta-feira (11), conforme informou a Polícia Científica de Santa Catarina. O procedimento foi autorizado pela Justiça a pedido do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que aguarda a elaboração de um novo laudo pericial sobre a causa da morte do animal. O resultado deve ser concluído em até 10 dias.

Além da exumação, o Judiciário catarinense analisou outros 34 requerimentos relacionados ao caso. As medidas visam aprofundar a apuração de possíveis atos infracionais atribuídos a adolescentes, como furto qualificado, injúria, ameaça e maus-tratos a animais. A decisão sobre o pedido de internação de um dos suspeitos foi adiada até a finalização das diligências complementares.

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O MPSC também solicitou esclarecimentos sobre os critérios adotados pela investigação ao apontar apenas um adolescente como autor das agressões, apesar da presença de outras pessoas nas imagens analisadas. O órgão requisitou ainda informações sobre possíveis omissões, divergências em depoimentos e a identificação de um suposto policial mencionado em um áudio apresentado pela defesa.

Orelha foi encontrado em estado agonizante na praia no dia 5 de janeiro. Moradores prestaram socorro e o levaram a atendimento veterinário, mas o animal não resistiu aos ferimentos. Segundo Derli Royer, responsável pelo resgate, o cão apresentava lesões graves na região da cabeça e no olho esquerdo, além de sinais de desidratação.

Laudo preliminar da Polícia Científica apontou que o animal sofreu um forte impacto na cabeça, possivelmente provocado por chute ou por objeto rígido, como pedaço de madeira ou garrafa. Ao longo das investigações, 24 testemunhas foram ouvidas e oito adolescentes chegaram a ser apurados.

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Em 3 de fevereiro, a Polícia Civil de Santa Catarina solicitou a internação de um adolescente apontado como responsável pela morte de Orelha. Outros quatro adolescentes foram representados em procedimento relacionado ao caso de outro cão, conhecido como Caramelo.

Informações: NSC Total

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