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Cão orelha: bruxo faz ritual contra adolescentes acusados de espancar o animal

Ele afirma que a prática teria o objetivo de buscar uma espécie de “justiça espiritual”

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Cão orelha: bruxo faz ritual contra adolescentes acusados de espancar o animal
Autor Tiago de Zé Malandro realizando um ritual - Foto: Redes Sociais / Tiago de Zé Malandro

Um vídeo que circula nas redes sociais tem chamado a atenção ao mostrar o praticante espiritual conhecido como Tiago de Zé Malandro realizando um ritual direcionado aos adolescentes investigados pela morte do cão comunitário “Orelha”. O animal foi agredido e não resistiu aos ferimentos, caso que gerou ampla repercussão e mobilizou internautas e defensores da causa animal.

→ Leia mais: Adolescentes suspeitos de matar o cão Orelha voltam ao Brasil

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Na gravação, Tiago afirma que a prática teria o objetivo de buscar uma espécie de “justiça espiritual” diante da violência cometida. O conteúdo se espalhou rapidamente e passou a gerar debates entre usuários sobre crenças religiosas e a eficácia de rituais do tipo.

Nos comentários, internautas reagiram com ironia e humor. “Exu deve estar assim: ‘mas gente, que tanto de notificação é essa?’”, escreveu um usuário. “Os meninos estão com mais de 100 Exus atrás deles”, comentou outro. Houve ainda quem destacasse a mobilização de diferentes crenças em torno do episódio: “Nunca vi tantas religiões se unirem por uma causa, macumbeiros fazendo feitiço, evangélicos e católicos orando para dar certo e ateu ajudando a comprar velas”, disse mais um perfil.

Além desse registro, o mesmo autor publicou outro vídeo, em inglês, afirmando que estaria “convocando entidades estrangeiras”, segundo relato feito em suas próprias redes sociais.

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O caso envolvendo o cão “Orelha” já provocava forte comoção pública e, com a circulação das imagens, o debate ganhou novos contornos, misturando indignação, curiosidade e divergências de opinião. Enquanto parte do público interpreta o ritual como manifestação simbólica de protesto, outros defendem que eventuais punições devem ocorrer exclusivamente no âmbito judicial.

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