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BNDES disponibiliza R$ 17 milhões para construção de museu no Cais do Valongo, no Rio

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O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, anunciou nesta terça-feira, 23, que o banco de fomento está disponibilizando até R$ 17 milhões para a construção do museu e distrito cultural do Cais do Valongo, na região portuária do centro do Rio de Janeiro.

O banco destinará R$ 10 milhões a um fundo de financiamento do projeto, que prevê ainda a captação de mais R$ 10 milhões em recursos privados, para que chegue a R$ 20 milhões. Segundo Mercadante, o museu foi escolhido pelo banco de fomento como um "projeto prioritário não reembolsado".

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"Paralelamente, estamos alocando R$ 7 milhões para contratar consultores e especialistas para organizar a releitura, narrativa, reconstrução da memória, que é um processo histórico complexo", disse o presidente do banco de fomento.

O anúncio foi feito por Mercadante na companhia das ministras da Cultura, Margareth Menezes, e da Igualdade Racial, Anielle Franco, durante o encerramento do evento "Empoderamento Negro para Transformação da Economia", promovido pelo BNDES em sua sede, no Rio de Janeiro. Considerado o principal ponto de desembarque de africanos escravizados das Américas, o sítio arqueológico do Cais do Valongo foi declarado Patrimônio Histórico da Humanidade pela Unesco.

O BNDES, que atua como coordenador executivo da iniciativa no Valongo, abrirá uma chamada pública em julho deste ano para selecionar o gestor do fundo de recursos. As atividades do fundo terão início em novembro de 2023. O banco espera inaugurar o edifício histórico do Cais do Valongo já restaurado em novembro de 2025. O museu ficaria pronto em 2026.

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O trabalho contará com a participação do Comitê Gestor do Valongo. Segundo o banco de fomento, os recursos também serão usados para fortalecer as instituições que atuam na região para preservar a memória africana.

O cais foi descoberto em 2011, durante obras de revitalização da região portuária. Uma escavação arqueológica encontrou num terreno de quatro mil metros quadrados centenas de artefatos de matrizes africanas.

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