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HOMENAGEM

Biomédica brasileira que sequenciou DNA da covid vira Barbie

Em sua nova linha de brinquedos, a Mattel decidiu homenagear seis mulheres que deram uma contribuição significativa no enfrentamento da pandemia da Covid-19.

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A biomédica brasileira Jaqueline Góes de Jesus, de 31 anos foi homenageada na nova linha de brinquedos da fabricante Mattel. Agora, a cientista é oficialmente uma barbie. O brinquedo faz parte de uma linha de bonecas que exalta seis mulheres que deram uma contribuição significativa no enfrentamento da pandemia da Covid-19.

A brasileira liderou o sequenciamento do genoma do primeiro caso de coronavírus da América Latina, ganhou sua própria versão da boneca Barbie. Além de Jaqueline, Sarah Gilbert, líder da equipe que desenvolveu a vacina Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19; Amy O’Sullivan, enfermeira que tratou do primeiro paciente com a infecção no Brooklyn (NY) e a pesquisadora canadense Chika Stacy Oriuwa, que luta contra o racismo sistêmico na área da saúde, foram lembradas.

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As médicas Audrey Cruz, que luta contra a discriminação no sistema de saúde em Las Vegas, e a australiana Kirby White, co-criadora de um avental cirúrgico reutilizável para trabalhadores da linha de frente da pandemia, completam a lista.

Jaqueline Goes de Jesus

A Barbie de Jacqueline está vestido com um jaleco semelhante ai usado por ela no ambiente de trabalho e usa um par de brincos de pérolas, que são uma das marcas registradas da pesquisadora.

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Jaqueline é formada em biomedicina pela escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública e pós-doutoranda no Instituto de Medicina Tropical de São Paulo da USP (IMT-USP). Sua carreira começou há dez anos, como estudante de iniciação científica na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), da Bahia, com projetos que envolviam retrovírus.


							Biomédica brasileira que sequenciou DNA da covid vira Barbie
AutorFoto: Reprodução/ Instagram

Desde então, estudou o comportamento de vírus como o HIV, o HTLV, fez o sequenciamento do zika vírus durante o surto de 2015 e 2016, e trabalhou com vigilância genômica dos arbovírus causadores da chikungunya, febre amarela e dengue.

Com informações: Metrópoles

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