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Após receber tratamento psiquiátrico, Adélio diz ter "desistido" de matar Bolsonaro

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Após receber tratamento psiquiátrico, Adélio diz ter
Autor Foto: Guilherme Leite/Folhapress

Após receber tratamento psiquiátrico, Adélio Bispo de Oliveira, que esfaqueou o então candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (sem partido), aparenta ter um comportamento calmo. "Diminuiu com as alucinações e apresenta uma mudança positiva de comportamento", relatou um funcionário da Penitenciária Federal de Campo Grande, onde o homem está preso.

Adélio teria desistido de seu "plano" de matar Bolsonaro e o ex-presidente Michel Temer (PMDB) "quando saísse da prisão". O funcionário da penitenciária, que não quis se identificar, informou que no começo, Adélio só falava em maçonaria e que até o presídio tinha, na visão dele, símbolos da maçonaria.

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Além disso, conforme o funcionário, o detento passo o dia lendo livros de Direito, graduação que pretende cursar. Aos psiquiatras que o examinaram, ele afirmou que sonha em ser promotor ou procurador de Justiça.

A mudança de planos sobre "não matar mais" Bolsonaro e Temer foi revelada pelo próprio Adélio no último depoimento que prestou ao delegado da PF (Polícia Federal) Rodrigo Morais, no dia 31 de outubro de 2019, quando já estava sendo medicado. Ele disse que deseja viver uma vida normal e no mesmo dia relatou que não tem nada que possa fazer para combater a maçonaria, "organização estruturada política e economicamente, razão pelo qual desistiu de atacá-la".

Segundo os presos, Adélio começou a alimentar o plano de matar Bolsonaro e Temer ao ser aplaudido por membros da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) ao dar entrada no presídio.

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As informações são do blog Amaury Ribeiro Junior, do UOL.

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