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Anvisa barra pedido de registro de três novas canetas à base de semaglutida e liraglutida

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) barrou o pedido de registro de três novas canetas contra a obesidade à base de semaglutida e liraglutida, são elas: Plaobes e Lirahyp, da farmacêutica Cipla Brasil, e Embeltah, da Dr. Reddys Farmacêutica do Brasil. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 13.

O texto não cita a justificativa para os indeferimentos. Em nota, a Anvisa cita que "estas são informações de caráter reservado, pois fazem parte dos aspectos técnicos e produtivos das empresas."

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Os medicamentos da Cipla Brasil consistiam em soluções injetáveis de 6 mg/mL de liraglutida, disponíveis em duas apresentações: uma acompanhada de duas canetas aplicadoras e outra de três.

O produto da Dr. Reddys, por sua vez, apresentava-se como solução injetável de semaglutida de 1,34 mg/mL, acompanhada de caneta aplicadora e agulhas.

O Estadão entrou em contato com as duas empresas, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem. O espaço segue aberto.

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Os produtos à base de liraglutida são uma espécie de genérico dos medicamentos Victoza e Saxenda, que tiveram queda da patente em 2023. Já os medicamentos à base de semaglutida reproduzem o Ozempic e o Wegovy, cuja patente expirou em março deste ano.

Liraglutida e semaglutida

Tanto a liraglutida quanto a semaglutida imitam a ação natural do GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon-1). Esse hormônio é produzido no intestino quando nos alimentamos. Duas ações são exercidas por ele: a secreção de insulina pelo pâncreas é melhorada e a saciedade é promovida. No entanto, ele só é produzido durante a alimentação.

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O cérebro é afetado pelo hormônio, tendo o apetite diminuído, assim como o estômago, cujo esvaziamento é retardado. O GLP-1 é apontado como um dos responsáveis pela sensação de plenitude e satisfação experimentada ao final das refeições.

Apesar de funcionarem de formas parecidas, a semaglutida tem uma permanência ainda maior, de até sete dias, além de ser mais potente. Por conta disso, a liraglutida é de uso diário, enquanto a semaglutida é de uso semanal.

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